Os pés pelas mãos, de Marcos Cruz (divulgação)

segunda-feira, novembro 26, 2018

Não Ficção - Crónica
Formato: e-wook / capa mole
N.º páginas: 200
PV: 4,99€ / 15,50€

Marcos Cruz e uma vida a meter Os pés pelas mãos

   Os pés pelas mãos é o título da obra de estreia de Marcos Cruz, a mais recente novidade da Coolbooks, que já está à disposição dos leitores desde o dia 23 de Novembro.
   Jornalista durante quase vinte anos, as regras do texto jornalístico e os temas da actualidade marcavam o rumo da escrita. Agora, liberto das amarras de agenda e pertinência mediática, apresenta-se “como um multiplicador de dúvidas, um criador de mais e mais lugares para mais e mais pessoas”.
   Nesta obra, Marcos Cruz reúne mais de 150 crónicas dos tempos que correm. Memórias efabuladas, observações curtas, reflexões imprecisas, somatórios de contradições, a espuma dos dias. São textos de quem mete Os pés pelas mãos e usa o desassombro como uma arma de arremesso.

SINOPSE
   Sendo eu tão depressa um elefante numa loja de porcelanas como um beija-flor num aterro sanitário, tenho alergia a projectos de longo curso, talvez porque lhes associe uma coerência que toda a vida se me escapou das mãos – e não para o papel. Escrever foi sempre uma coisa dos dias, ainda hoje nasce e morre com eles. O ontem não ecoa em mim como uma mão estendida, há entre nós um desprendimento higiénico, um picotado pelo qual nos libertamos um do outro na medida do espaço que cada hoje reclama para si.
   Sou, por aí, menos um traço contínuo do que a soma das minhas contradições. Se isso surge reflectido no que fui escrevendo ao longo destes últimos anos, então o livro que têm em mãos é um retrato fiel do seu autor.

SOBRE O LIVRO
«O Marcos Cruz é um burro.»
André Cruz (Art Director, Studio Dobra)

«Uma espécie de Casa dos Segredos para pseudo-intelectuais.»
Nuno Rocha (Office Manager, Clever Advertising Group)

O AUTOR
   Nasci em 1972 e não me arrependo. Aprendi a ler aos quatro anos e as letras foram sempre uma paixão, um brinquedo que com o evoluir da vida se converteu em ferramenta de trabalho. Estudei jornalismo e fiz parte da redacção de vários jornais (Diário de Notícias, Correio da Manhã e O Norte Desportivo). Ao fim de quase vinte anos de profissão, fui justamente despedido. Entretanto, tinha também fundado fanzines e revistas (Vómito, Camaleão, Op) e colaborado noutros projectos editoriais. Criei os blogues Festas Átimas e Há Panikes na Suécia, hoje desactivados. Resolvi o problema do desemprego com uma loja de mobiliário intervencionado (Meioconto) que acabou por não sobreviver à crise. Entrei para a equipa da Casa da Música como copywriter e por lá me mantenho há perto de uma década. Os Pés pelas Mãos é o meu primeiro livro. Não sei se atrás dele virão mais, mas sei que vou continuar a escrever.

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