No mês de Abril regressam as feiras medievais por isso volto então a partilhar convosco as datas desses eventos que vão decorrer no país. Em Abril, a lista ainda não é das mais longas mas, conforme a primavera vai passando e o Verão chega, vão existindo cada vez mais datas e locais para este tipo de eventos. 
   Aqui fica então a lista das Feiras Medievais de Abril, que encontrei nas minhas pesquisas:

  • 05 de Abril - Feira de Época (Torres Novas)
  • 05 a 07 de Abril - 635 Anos da Batalha de Atoleiros (Fronteira)
  • 05 a 07 de Abril - Feira medieval de Moncorvo
  • 12 a 14 de Abril - Feira Medieval de Pombal
  • 12 a 14 de Abril - II Feira Medieval da Portela (Jardim da Portela)
  • 12 a 14 de Abril - Macelum "Vila Romana" (S. Domingos de Rana)
  • 12 a 15 de Abril – Mercado Nazareno, Santo Tirso (Porto)
  • 18 a 21 de Abril - IV Festa Medieval da Quinta do Conde (Parque da Vila)
  • 18 a 21 de Abril – IX Feira Medieval Infante D. Pedro (Figueira da Foz)
  • 26 a 28 de Abril - Feira Medieval de Torre de Moncorvo
  • 26 a 28 de Abril - Feira Medieval Escutista, S. Félix da Marinha (V. N. Gaia)

  Como foi o vosso Março em termos de eventos? Estão a programar participar de alguma destas feiras que vai decorrer em Abril? Aguardo os vossos comentários!
   Até breve... 

   Nesta última quinta-feira de Março, trago-vos mais um post semanal relacionado com a sétima arte. Através deste post podem manter-se sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


                

                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, adorava ver o "Dumbo" numa sala de cinema, mas não sei se o farei pois existem poucas horas e locais com a versão original, a maioria tem versão portuguesa. 
   E vocês? O que pensam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...
Sinopse:
   Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o Tal, no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados.
   O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre.
   Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.

Opinião:
   Esta foi mais uma estreia nas minhas leituras, pois nunca tinha lido nada desta escritora. Adorei a capa do livro e, depois de ler a sinopse, pensei logo que tinha que o ter na minha estante. 
   Este é um livro de fácil leitura, a escrita é bastante simples e clara, sendo por isso acessível a todos. O facto de ter uma escrita assim tão simples, acaba por revelar um pouco de imaturidade que me incomodou em certos pontos do livro.
   Ainda assim, ao longo do livro, existe um elevado grau de suspense, muito sustentado pelo facto da história alternar entre o passado e o presente, ficando em nós o desejo de virar capítulos para percebermos como é que os acontecimentos passados se desenrolaram e conduzem a determinadas situações no presente.
   Na parte inicial do livro, considero que estamos perante um dito romance "cor-de-rosa" mas, mais para a frente, conseguimos sentir um toque de tragédia iminente. O problema com este sentimento é que, no meu caso, surgiu depressa demais e consegui adivinhar qual seria o desfecho desta história. Esse facto deixou-me um pouco desmotivada, pois gosto imenso de livros que me surpreendam e apresentem finais que eu nunca teria imaginado.
   Contudo, foi uma leitura agradável, no sentido em que não é necessário dispensar demasiada atenção para a realizar. Fui lendo capítulos só para confirmar as minhas teorias e não despendi energia a imaginar o que se seguiria porque já tinha toda a história formada na minha cabeça.
   Não me entendam mal, não foi um livro que eu detestasse, e quem gosta de um romance clássico é provável que fique encantado com esta história. No meu caso, acabou por saber a pouco. Adorei certas partes do início e a forma como o livro foi estruturado, só acho que a partir de certo ponto se tornou demasiado óbvio para mim.
   Apesar de todos os factores menos positivos, no futuro, poderia dar mais uma oportunidade a esta escritora e ler outro livro da sua autoria. 

Classificação:

Uma história de vários amores que atravessa gerações 

   Depois da estreia com Cartas com amor, o relato de uma relação amorosa entre duas mulheres, Helena de Macedo regressa com uma nova história de afectos e paixões. O binóculo mágico é a mais recente novidade da Coolbooks e já está disponível. 
   Com a escrita delicada que evidenciou no seu primeiro romance, a autora apresenta uma narrativa em que o amor prevalece para lá da morte e se apresenta sob várias formas: o proibido, o familiar e o que é partilhado em casal. 
   Em O binóculo mágico, os leitores conhecem o Conde, cuja grande paixão da sua vida, Amélia, lhe foi proibida pela diferença de estatuto social. Este homem de 97 anos vive numa grande propriedade de família convertida em parque comercial. É aí que trabalham Sara, funcionária de uma livraria, e Vicente, um jovem casal que ali se conhece e se apaixona e que capta o interesse do Conde, que volta a dar uso aos seus velhos binóculos de ópera para os observar e que com eles desenvolve uma relação de amizade. 
   O que o nonagenário e a jovem livreira não podiam prever é que entre os dois existisse um laço familiar que traz para o presente a velha e proibida paixão do Conde por Amélia. 

SOBRE O LIVRO 
   O Conde amava Amélia - um amor inaceitável para a sociedade e para sempre perdido depois de uma separação indesejada. A clausura de décadas que se segue quebra-se apenas com a chegada de Vasco, que o convida a regressar à vida. 
   Sara aparece. A sua presença reacende aquele amor nunca esquecido, toca a flor da pele, mexe com os sentidos e faz buscar os remendos sólidos para o que ficou por viver. 
   O binóculo mágico conta-nos a história de um amor que ultrapassa as barreiras do tempo. Fala-nos da esperança, da mistura mágica entre o passado e o presente. Porque o que tem de acontecer, acontece, não importa quando, nem como, nem com quem.

SOBRE A AUTORA 
   Helena de Macedo nasceu S. Tomé e Príncipe, em Agosto de 1966, e veio para Portugal em Outubro de 1974. Nunca perdeu as suas raízes africanas e as peripécias vividas durante a infância, o clima e o sentimento de liberdade marcaram o desenvolvimento da sua personalidade, sempre aventureira, destemida e imaginativa. 
   Aos 20 anos, a necessidade de assimilar o máximo do que o mundo tem para oferecer foi mais forte: saiu de Portugal para trabalhar em navios, sempre à procura de novos desafios e novas aprendizagens. Após alguns anos de interregno, proporcionou-se o regresso ao mar e a oportunidade de conhecer o mundo, abrir e enriquecer horizontes. 
   O primeiro romance foi escrito aos 13 anos e a partir daí escrever tornou-se mais do que um passatempo, respondendo à sua necessidade de dar forma ao que observa, a desafia e inspira. Cartas com Amor é o seu primeiro romance publicado.
Coleção: Noivas da Regência - volume II
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 352 
Dimensões / 235 x 23 x 157 mm 
ISBN / 9789897800931 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA

   Colin MacHugh é um homem de muitos talentos. Foi capitão no exército, liderou homens, resolveu problemas e lutou com valentia. Agora, porém, a sua luta é outra... contra as jovens debutantes com ideias de arranjar marido. Até ao dia em que conhece a intrigante Miss Anwen Windham, cuja natureza reservada é rara e suficientemente enigmática para o cativar. E quando ela lhe pede ajuda para angariar fundos para um orfanato, Colin não hesita em aceder...
   De facto, o jovem escocês parece ter sido a escolha ideal. Para além de saber lidar com os pequenos malandros, parece genuinamente interessado nas ideias de Anwen. Por sua vez, a jovem dificilmente consegue resistir àquele encantador sotaque. Mas Colin tem inimigos dispostos a tudo para o derrubar. Se partir, será o fim do orfanato... Se ficar, poderá pôr em risco o seu futuro com Anwen... e até a própria vida.

   “Grace Burrowes escreve com o coração. Quem não lê os livros dela, está a perder os melhores romances da Regência!” 
Elizabeth Hoyt

A Autora
   Grace Burrowes foi sempre adepta da escrita e da leitura, mas também deu aulas de piano e de ballet, escreveu textos técnicos e tirou o curso de Direito. 
   Foi só depois de a filha sair de casa que resolveu dedicar-se à ficção. 
   Nesse momento abriu-se uma porta, pois Grace não parou mais de escrever… 
   Actualmente vive numa zona rural de Maryland, EUA, e adora receber cartas dos fãs.

   O tempo voa e já estamos na penúltima quinta-feira de Março, por isso trago-vos hoje o post semanal relacionado com a sétima arte. Através deste post podem manter-se sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:

                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, não há, novamente, assim nenhum filme que faça questão de ver numa sala de cinema.
   E vocês? O que pensam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

Sinopse:

   Lisboa, 1 de Novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes da missa começar, um rapaz zanga-se com sua mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, um ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do Rei D. José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis. 
   De repente, às nove e meia da manhã, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casa caem, os tectos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o terreiro do Paço e durante vários dias incêndios colossais vão atemorizar a capital do reino. Perdidos e atordoados, os sobreviventes andam pelas ruas, à procura dos seus destinos. Enquanto Sebastião José de Carvalho e Melo tenta reorganizar a cidade, um pirata e uma freira tentam fugir da justiça, um inglês tenta encontrar o seu dinheiro e um rapaz de doze anos tenta encontrar a sua irmã gémea, soterrada nos escombros.


Opinião:
   Nunca tinha lido nada deste autor, mas já há muito tempo que tinha vontade de pegar num dos seus livros. Uma vez que o terramoto de 1755 foi um evento que sempre despertou o meu interesse, nada melhor do que este livro para começar a ler Domingos Amaral.
   Este livro é uma viagem contada através de vários personagens, de classes sociais, géneros e personalidades muito distintas, que nos vão mostrando como foi viver aquele fatídico 1 de Novembro, bem como alguns dias que se seguiram, tendo ainda um vislumbre do passado de cada uma delas.
   É um livro que, ao contrário do que eu esperava, acaba por apostar mais no romance do que propriamente factos sobre o grande terramoto de 1755. Ainda assim, podemos contar com figuras, e factos, reais da história que nos dão a conhecer um pouco mais sobre o que foi feito para superar tamanho desastre, ocorrido na nossa capital. 
   Uma das figuras muito referenciadas é Sebastião José de Carvalho e Melo, posteriormente conhecido como Marquês de Pombal, que impulsionou a reconstrução depois de toda a catástrofe e tomou medidas tendo em conta o lado mais prático e mais vantajoso para os negócios do pais. 
   Ao longo da narrativa, está evidente a forte componente religiosa que dominava a cidade na época, sendo que qualquer desastre era claramente apontado como castigo por não serem cumpridos os desígnios de Deus. Esta visão faz contraste com outras mais práticas e realistas, que já nessa época começavam a surgir, e foi muito interessante ver toda a dualidade de ideias e até alguns conflitos entre ambas as partes.
   Além da parte religiosa, dramática e factual, temos uma grande componente romântica, humana, amorosa, solidária e um sentimento de esperança presente ao longo da narrativa.
   O único ponto menos positivo, para mim, foi o facto de o autor colocar as falas do capitão inglês com uma estranha mistura de português e inglês. Percebo que a ideia fosse dar a entender que este ainda não dominava a língua portuguesa, mas acabou por se tornar extremamente irritante ao longo da leitura deste livro. 
   Contudo, foi uma leitura agradável que recomendo a todos os fãs de romance, que queiram mergulhar na história do terramoto de 1755, e descobrir um pouco mais sobre essa época.


Classificação:

   No mês da poesia, sessão recebe a apresentação de "Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano". 

   No dia 23 de Março, a partir das 17:00, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett recebe a 74.ª edição do Porto de Encontro, que marca o regresso da poesia a este ciclo de conversas com escritores. Filipa Leal é a protagonista desta sessão, que marca também o lançamento do seu mais recente livro. 
   Depois de Vem à Quinta-FeiraFilipa Leal apresenta agora o seu segundo título publicado pela Assírio & Alvim, Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser HumanoO programador cultural João Gesta é o convidado especial deste Porto de Encontro e as habituais leituras ficam a cargo de Isaque Ferreira. 
   Parte da vida cultural da cidade desde 2011, este ciclo de conversas reuniu mais de 20.000 espectadores em 73 edições realizadas em diversos espaços da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João. 
   A 74.ª edição do Porto de Encontro conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand. Esta iniciativa está a ser divulgada em www.portoeditora.pt/portodeencontro e também no Facebook.

Inês Cardoso estreia-se no catálogo da Porto Editora com o livro bilingue De Londres ao Porto numa gaivota. 

   "Há exactamente 427 dias" que Sofia vive com os seus pais em Londres. O simples facto de registar e actualizar esse tempo deixa perceber o que ela sente: saudade da sua cidade, o Porto. Quando Sofia tenta explicar esse sentimento ao professor, descobre que a palavra saudade não é fácil de traduzir, como não o é lidar com as lembranças das noites de São João, do sotaque das vendedoras do Bolhão ou das casas encavalitadas da Ribeira. 
   Felizmente, Sofia encontra numa gaivota a aliada perfeita que a ajudará a diluir as saudades e, não menos importante, a sentir-se em casa, esteja onde estiver. 
   De Londres ao Porto numa gaivota, de autoria de Inês Cardoso e com ilustração de Rita M. Pereira, é uma história dos nossos dias escrita em português e inglês. São muitas as famílias de emigrantes que, nos últimos anos, encontraram noutros países as condições essenciais para construírem o seu futuro e essa realidade serviu de inspiração à autora, que tem neste livro o seu terceiro original e com o qual se estreia no catálogo infantojuvenil da Porto Editora. 

AS AUTORAS 

Inês Cardoso 
   Nascida em Proença-a-Nova, em 1975, Inês Cardoso sempre gostou de letras e é jornalista desde 1998. Actualmente directora-adjunta do Jornal de Notícias, integrou anteriormente a equipa fundadora do Jornal i, lançado em 2009. Mãe de dois filhos, tem vivido entre Lisboa, Proença-a-Nova e o Porto e, por vezes, tanta mudança faz com que prefira simplesmente viver com a cabeça na lua.





Rita M. Pereira 
   Designer e ilustradora, trabalha na área editorial desde 2006. Nascida em Leiria, estudou na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha e vive actualmente em Lisboa. Depois de trabalhar quase dois anos numa editora em Barcelona, regressou a Portugal e esteve no Jornal i, onde conheceu Inês Cardoso. A partir daí, continuou com um pé na área editorial, mas a proximidade com outras áreas do design levou-a à ilustração. Desenhar já era uma curiosidade, depois passou a ser um passatempo, mas, aos poucos, os desenhos foram ganhando vontade própria e foram-se aventurado para fora das páginas dos seus cadernos. Foi assim que chegaram à Inês e ao seu livro.



   Antes de realizar o post pensei: Já quase todos devem saber que isto existe... faz realmente sentido realizar este post? Mas depois outra vozinha interior opôs-se e disse: faz o post, se conhecerem ficam a saber que utilizas, se não conhecerem então o post cumpre o seu propósito.
   E foi assim que hoje decidi falar-vos sobre a aplicação Shazam, no âmbito da rubrica, "Já conhecem?", que lancei o ano passado aqui no blog.
   O Shazam é uma aplicação móvel que reconhece música e conteúdos de TV à nossa volta. É a melhor maneira de descobrir, explorar e partilhar a música e os conteúdos de TV de que mais gostamos. O Shazam liga mais de mil milhões de pessoas. É uma aplicação que já está disponível nas lojas da Apple e Android. 


   Costumo utilizar esta aplicação com frequência no meu telemóvel. Imaginem que estão numa loja, café, bar, restaurante, ou até mesmo no carro a ouvir rádio, e passa uma música que vocês estão a gostar imenso, mas não conhecem o nome da canção nem o artista a que pertence. Basta abrir o Shazam, clicar no botão para a aplicação ouvir a música e terão a vossa resposta em poucos segundos. 
   Além de ficarmos a conhecer os artistas e títulos de músicas que gostamos, podemos também seguir esses artistas e assim teremos sugestões de músicas novas que eles vão lançando, podendo ouvi-las em primeira mão.


   Nesta aplicação podemos ainda encontrar um top das últimas tendências, onde são enumeradas as músicas mais ouvidas, seja a nível mundial, num país especifico que podemos seleccionar, ou até mesmo numa determinada cidade.
   Considero que esta é uma aplicação essencial a todos os amantes da música, que gostam sempre de ouvir os hits do momento, independentemente do género musical que preferem. É uma aplicação bastante prática e muito fácil de utilizar, que nos permite ouvir o que mais gostamos mas também nos dá a oportunidade de sair da nossa "zona de conforto" e experimentar novas sonoridades.
   Vocês já conheciam esta aplicação? Costumam utilizar? Ficaram curiosos e vão experimentar? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

   Estamos na segunda quinta-feira de Março, por isso trago-vos hoje o post semanal relacionado com a sétima arte. Através deste post podem manter-se sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


                

                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, não há assim nenhum filme que faça questão de ver numa sala de cinema.
   E vocês? O que pensam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

Sinopse:

   Um romance deslumbrante sobre casamento, laços familiares e uma mulher singular. O casamento de Lauren e Ryan atinge o ponto de ruptura e ambos tomam a decisão pouco convencional de se afastarem durante um ano, na esperança de que isso lhes permita apaixonarem-se de novo. Durante esta separação, cada um é livre de viver como entender, à excepção de nenhum estabelecer qualquer contacto com o outro. 
   Lauren inicia uma viagem de auto-descoberta e depressa se apercebe de que tanto os seus familiares como os seus amigos têm ideias muito próprias sobre o significado do matrimónio. a percepção desse facto e os desafios decorrentes da separação de Ryan mudam a visão de Lauren sobre monogamia e casamento. E ela passa a interrogar-se: quando estamos ligados a alguém sem um compromisso de fidelidade e quando vivemos uma relação sem casamento - ou seja, quando já não há laços entre o amor e o desejo - a que damos nós valor? Pelo que estamos nós dispostos a lutar? 
   Um romance surpreendente sobre o que acontece quando o amor se dissipa. E sobre continuarmos apaixonados, lutarmos pelo amor, renunciarmos a ele ou entregarmo-nos com toda a nossa alma. É, sobretudo, a história de um casal preso a um velho arquétipo, mas à procura de um novo caminho rumo à felicidade.


Opinião:
   Este é o segundo livro que leio desta autora, o primeiro foi "Tu, Eu e todo o tempo do mundo", e posso dizer que fiquei fã da sua escrita.
   Os seus livros estão repletos de sinceridade, abordam temas que podem fazer parte da vida de qualquer um de nós e deixam-nos a reflectir sobre as acções que tomaríamos se estivéssemos no papel daqueles personagens. 
   Este livro é intenso, sem o ser demasiado, tem momentos de amor, ternura, desespero, solidão, tristeza, redenção, e reencontro. Acaba por ser uma montanha russa de emoções, sem nunca se tornar totalmente pesado e difícil de ler.
   A autora tem o dom de contar histórias difíceis numa perspectiva simples, mistura as partes complexas da vida com momentos de descontracção e humor. Os seus personagens tentam sempre resolver as suas questões de maneira lógica, sem entrar em guerras desnecessárias e sem atribuições de culpas... são personagens maduros que colocam as suas questões sempre em perspectiva e aprendem com elas.
   A forma de comunicação entre os personagens é muito original e a narrativa acaba por surpreender pois o final, que à partida eu julgava mais óbvio, acabou por ser diferente do esperado, e isso atrai-me imenso em qualquer livro que leia.
   Este é sem dúvida um livro que nos mostra a importância de gerirmos as nossas relações, e dificuldades, de forma objectiva, pois por mais que amemos alguém, nem sempre a melhor escolha é ficar junto dessa pessoa. Por vezes, precisamos de algum tempo, de espaço, de perceber o que é realmente melhor para nós. Não é desistir, é mudar o rumo, tentar um novo caminho, abordar as situações de ângulos diferentes e ver se afinal de contas continuamos a querer tudo o que queríamos antes.  
   Aconselho este livro a todos o que enfrentam dificuldades em qualquer tipo de relacionamento pois ficamos, sem dúvida, com uma nova perspectiva sobre as coisas. Recomendo também a todos os fãs de um bom romance, que queiram saborear uma leitura que, apesar de ser leve, tem valiosos ensinamentos.


Classificação:


A história arrepiante e inspiradora de Janusz Korczak e Os meninos de Varsóvia 

   É num oásis de bondade e esperança que resiste aos horrores da II Guerra Mundial que se encontram Os meninos de Varsóvia. Baseado em factos reais e escrito a partir do testemunho do filho dos protagonistas, este romance de Elisabeth Gifford chega às livrarias de todo o país no dia 21 de Março, com o selo da Porto Editora. 
   Num enredo com duas narrativas cruzadas, os leitores conhecem Misha e Sophia, um casal de estudantes que foge à ocupação nazi da Polónia, mas que é obrigado a regressar a Varsóvia e ao gueto da capital polaca. Aí, a sua história cruza-se com a do Dr. Janus Korczak, antigo mentor de Misha e director de um orfanato que garantia a sobrevivência de centenas de crianças que viviam nesta segunda cidade muralhada. 
   Médico, pedagogo, activista social, Janusz Korczak ficou conhecido como o bom doutor de Varsóvia. Sob o jugo da ocupação nazi e das atrocidades diárias, a instituição que fundou representava um bastião de esperança, dignidade e vida, acolhendo e cuidando de centenas de crianças judias. 
   Durante três anos, Misha e Sophia ajudaram este benfeitor a cuidar e salvar estas crianças. Em 1942, no entanto, o plano de extermínio dos judeus atinge o orfanato. As tropas das SS cercam o chamado Pequeno Gueto e as crianças são levadas, em marcha, em direcção a Umschlagplatz, onde partem de comboio para o campo de extermínio de Treblinka. 
   Perante a possibilidade de se salvar, o Dr. Janusz Korczak permanece fiel à sua missão e acompanha as crianças rumo ao destino final. "Se não deixamos uma criança doente sem amparo, também não podemos abandonar uma criança num momento destes." 
   Os meninos de Varsóvia é um valioso testemunho de um período em que a Humanidade enfrentou a tragédia e o mal em estado puro, mas também um testemunho de heróis silenciosos como Janusz Korczak que se recusaram a ceder e carregaram a candeia da coragem e esperança. 

SOBRE O LIVRO
   Profundamente apaixonados e prestes a casar, os estudantes Misha e Sophia fogem da Polónia, procurando escapar à ocupação nazi da capital, Varsóvia. Obrigados a regressar ao gueto, resta-lhes ajudar o mentor de Misha, o Dr. Korczak, a cuidar das 200 crianças que vivem no seu orfanato, conseguindo, assim, sobreviver. 
   Do outro lado do muro, a violência aperta as suas garras em torno deste pequeno oásis de esperança e bondade, criado pelo bom doutor de Varsóvia, e Misha e Sophia são obrigados a separar-se e a enfrentar os seus piores medos sozinhos. 
   Mas, apesar de todos os esforços em preservar alguma humanidade em pleno caos, numa manhã de agosto de 1942, o chamado Pequeno Gueto é cercado pelas tropas das SS, com instruções para encaminhar os seus ocupantes para Treblinka, o campo para onde quem vai nunca volta. O Dr. Korczak não desiste da sua missão e recusa abandonar as crianças e funcionários do orfanato, partindo com eles para o destino final. 
   O gueto de Varsóvia foi habitado por meio milhão de pessoas. Menos de um por cento sobreviveu para contar a sua história. Este romance é inspirado nos relatos reais de Misha e Sophia e na vida de um dos heróis silenciosos da Grande Guerra, o Dr. Janusz Korczak.

Elisabeth Gifford 
   Estudou francês e religiões do mundo na Universidade de Leeds. Trabalhou como especialista em dislexia e, depois de obter um diploma em Escrita Criativa pela Oxford OUDCE e um Mestrado em Escrita Criativa na Royal Holloway College, deu início a uma prolífica carreira de escritora, dedicando-se sobretudo aos romances inspirados em momentos historicamente relevantes.

Desenvolvimento Pessoal
Tradução: Isabel de Sá Reis
Págs.: 344
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

Um livro de ruptura pessoal para atingir o sucesso e a felicidade. O fundador da Mindvalley, Vishen Lakhiani, desvenda O código das mentes extraordinárias

   Fundador da Mindvalley, empresa especializada na criação de experiências de aprendizagem focadas no desenvolvimento pessoal, no mindfulness, no bem-estar e na produtividade, este engenheiro informático tem trabalhado para ajudar milhares de pessoas a repensar vidas em “piloto automático”, aprisionadas por regras nunca questionadas.
   Com este livro, que apelida mais de “ruptura” do que de “desenvolvimento pessoal”, Vishen Lakhiani quer ajudar os leitores a serem mais felizes e bem-sucedidos ao descobrirem leis não convencionais e encontrar princípios de vida que verdadeiramente os preencham.
   Com a colaboração de nomes bem conhecidos como Sir Richard Branson ou Arianna Huffington, O código das mentes extraordinárias é uma obra imprescindível para todos os que procuram um novo rumo para a sua vida.

SINOPSE
   Liberte-se das amarras que o impedem de atingir todo o seu potencial, de ter a vida que sempre quis.
   Aprenda a pensar como as mentes mais extraordinárias do nosso tempo – a ser genuinamente irreverente. Questione o mundo que o rodeia e crie novas leis para poder viver segundo os seus próprios ideais de amor, educação, espiritualidade, trabalho e felicidade, sem se preocupar com o que os outros esperam de si.
   O código das mentes extraordinárias vai ajudá-lo a criar uma nova e melhor versão de si próprio, a romper com as regras instituídas que o aprisionam e a encontrar os princípios de vida que verdadeiramente o preencham e façam feliz.
   Seja ousado e defina as suas próprias regras. Viverá uma verdadeira transformação.

O Autor
   Vishen Lakhiani é uma das personalidades mais importantes da actualidade na área do desenvolvimento pessoal. Engenheiro informático e empreendedor na área da educação tecnológica, é fundador e CEO da Mindvalley, uma empresa com mais de 200 colaboradores especializada na criação de experiências de aprendizagem e criação de plataformas digitais e aplicações que promovam a revolução educacional. O currículo da Mindvalley foca-se no desenvolvimento pessoal, no mindfulness, no bem-estar e na produtividade.
   É também membro do Transformational Leadership Council e faz parte da Innovation Board da XPRIZE Foundation.
   A missão de Lakhiani é revolucionar o sistema de ensino a nível global adoptando novos modelos que valorizem o potencial humano e construam uma escola para a Humanidade 2.0.

   No início desta semana mostrei-vos as minhas aquisições e hoje dou-vos a conhecer a minha frase favorita de cada uma das minhas leituras de Fevereiro, e as palavras que penso que melhor descrevem esses livros.
   No mês de Fevereiro, tive a oportunidade de ler 6 livros, menos dois exemplares que no mês anterior, e nenhum deles em formato ebook.
   Gostei de todos os livros que li mas dou especial destaque para o livro "A Ladra", pois faz parte da minha saga favorita e estava super ansiosa para o ler, e para o livro "Quando Lisboa Tremeu" que foi uma leitura extremamente interessante.
   Este mês, ao contrário do que aconteceu em Janeiro, não tive assim nenhuma grande desilusão com as leituras, penso que todos os livros que li, acabaram por ir de encontro aquilo que esperava de cada um deles.
   Deixo-vos então as frases escolhidas das minhas leituras de Fevereiro que se encontram, como sempre, apresentadas pela ordem em que li os livros.

1. "Quando Lisboa Tremeu", de Domingos Amaral
Frase: "As cidades não são apenas espaços de prédios e vidas e monumentos e pessoas desconhecidas. São, acima de tudo, partes do nosso ser, da nossa vida, dos nossos sentimentos, das nossas memórias; camadas e camadas de vivências humanas que se vão sobrepondo, umas sobre as outras."
Numa palavra: terramoto.

 2. "Quando Tu Voltaste", de Maria Realf
Frase: "Percebia agora que perder alguém que se amava não era algo que se pudesse superar, ou a que fosse possível pôr fim; era algo com que era preciso aprender a viver, como uma cicatriz, e carregá-lo até ao fim."
Numa palavra: eterno.

3"A Joia das Sete Estrelas", de Bram Stoker
Frase: "É desse modo que a memória nos prega partidas, para o bem ou para o mal, provocando prazer ou dor, levando à felicidade ou à desgraça. É desse modo que a vida se revela agridoce, e que aquilo que foi feito se torna eterno."
Numa palavra: rainha.

4. "A Ladra", de J. R. Ward

Frase: "O cérebro confirma as suas hipóteses. É assim que funcionamos no nosso mundo. Aquilo que se enquadra na nossa definição e perspectiva de existência é mantido, se não mesmo amplificado. Aquilo que não se enquadra é racionalizado ou ignorado até que ocorra um acontecimento de tal magnitude que nos leva a repensar tudo."
Numa palavra: reencontros.

5. "Eu e Tu", de Niccolò Ammaniti

Frase: "Porque é que o mundo funcionava assim? Nasces, vais à escola, trabalhas e morres? Quem tinha decidido que aquele era o modo certo de viver?."
Numa palavra: inesperado.

6. "Imortal", de Gillian Shields
Frase: "Sinto... não sei como exprimir-me... é como se existisse em mim um poder invisível, desconhecido, e anseio por me libertar de tudo o que parece mesquinho, enfadonho e superficial. Os meus sonhos estão cheios de fogo e cor, tanto quando estou acordada como durante o sono."
Numa palavra: imortalidade.

   Como foram as vossas leituras em Fevereiro? Já leram algum destes livros ou algum faz parte da vossa wishlist? Das frases que escolhi, qual foi a vossa favorita? Contem-me tudo nos comentários.
    Até breve...

   Chegámos à primeira quinta-feira de Março, por isso trago-vos hoje o post semanal relacionado com a sétima arte. Através deste post podem manter-se sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, estou curiosa com o filme "Captain Marvel" pois gosto imenso de super heróis.
   E vocês? Gostam das estreias da semana? Vão assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...
Ficção Estrangeira
Tradução: Alexandra Guimarães
Págs.: 368
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

   No próximo dia 7 de Março, a Porto Editora publica Um Trono Negro, o segundo volume da tetralogia de Kendare Blake que tem apaixonado os leitores portugueses.

   Depois de Três Coroas Negras, a autora sul-coreana apresenta aos leitores um novo capítulo da guerra de sucessão na Ilha de Fennbirn. As três irmãs gémeas – Katharine, Arsinoe e Mirabella – conseguiram passar pela Cerimónia de Beltane e chegar ao início do Ano da Ascensão, em que tudo se irá decidir. Para reinar não basta descender da linhagem certa… é preciso sobreviver ao desafio sororicida colocado desde tempos imemoriais. E no final da batalha pelo Trono, só uma delas poderá gozar desse privilégio.
   Um Trono Negro foi publicado nos EUA em 2017, com uma entrada direta para o topo da lista de bestsellers do New York Times. Os direitos desta tetralogia foram vendidos para 15 países e a adaptação ao cinema está a cargo da FOX e da produtora responsável por êxitos como a série Stranger Things e os filmes Arrival – O primeiro encontro e À Noite no Museu.

SINOPSE
   A batalha pela coroa começou, mas qual das rainhas vencerá?
   Depois de uma Cerimónia de Beltane marcante e com o Ano da Ascensão a decorrer, é altura de rever as apostas e escolher um lado.
   Katharine, a gémea frágil e fraca, está mais forte que nunca. Arsinoe tem de descobrir de que forma o seu dom secreto a poderá ajudar. E Mirabella, a vencedora desejada, enfrenta uma oposição nunca vista… e de que poderá não se conseguir defender.
   Neste novo capítulo da autora bestseller do New York Times, as rainhas mais mortíferas do mundo têm de enfrentar o implacável obstáculo que se lhes apresenta: elas mesmas.
   Quando a batalha terminar, só uma irá reinar.

A AUTORA
   Kendare Blake nasceu na Coreia do Sul, mas cresceu nos EUA. Tem um mestrado em Escrita, pela Middlesex University em Londres. Vive actualmente em Kent, Washington.