Já estamos na terceira, e penúltima, quinta-feira do mês Julho e com ela trago-vos um novo post relacionado com a sétima arte. Através deste post têm, como sempre, acesso a todas as estreias de filmes que podem ver no cinema.
   Esta semana podem ver os seguintes filmes nas salas de cinema:

               


               

   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem, como já é habitual, clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, tenho muita curiosidade em ver os filmes "Mama Mia! Here We Go Again" e "The Equalizer 2" pois amei os primeiros e quero muito descobrir como estão as suas sequelas.
   E vocês? Esperam assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

Um thriller arrepiante, mais de três milhões de exemplares vendidos

   Há 70 mil anos, a erupção de um supervulcão na Indonésia quase levou a raça humana à extinção. Sobrevivemos, mas nunca ninguém percebeu como, nem porquê. Até agora.
   Os Immari, uma sociedade secreta de contornos maçónicos, guardam o segredo há dois mil anos. E desde então têm feito de tudo para evitar que seja revelado. Até que, na costa da Antártida, a erosão de um iceberg revela um submarino nazi há muito desaparecido – acoplado a uma estrutura que não devia, nem podia, estar ali. A milhares de quilómetros, num laboratório em Jacarta, a brilhante investigadora Dra. Kate Warner acredita ter descoberto finalmente a cura para o autismo. Mal sabe ela, porém, que duas das crianças que acompanha, e que revelam um comportamento invulgar, podem esconder a chave para a compreensão das origens da nossa espécie. E não imagina que as suas experiências estão a ser seguidas de muito perto pelos Immari.
   David Vale, um agente que há anos vigia a perigosa seita dos Immari, percebe entretanto que algo de estranho está a acontecer. Os serviços secretos onde trabalha estão sob ataque, sucedem-se as mortes, e ele é o próximo alvo a abater. E sabe que apenas uma pessoa no mundo o pode ajudar a solucionar o enigma: a Dra. Kate Cooper.
   Juntos irão envolver-se numa intriga internacional, que os levará a percorrer meio mundo, dos cumes gelados do Tibete ao calor asfixiante da Indonésia, numa corrida contra o tempo, em que está em jogo a sobrevivência da raça humana

O Autor
   A.G. Riddle passou dez anos a criar empresas na internet antes de se retirar para perseguir a sua verdadeira paixão: escrever ficção.
   O seu primeiro romance, "The Atlantis Gene", é o primeiro livro de "The Origin Mystery", a trilogia que vendeu um milhão de cópias nos EUA, está a ser traduzido para 19 idiomas e está em desenvolvimento na CBS Films para ser adaptado ao cinema.
      Riddle cresceu numa pequena cidade nos Estados Unidos (Boiling Springs, Carolina do Norte) e formou-se na UNC-Chapel Hill. Durante o seu segundo ano de faculdade, começou a sua primeira empresa com um amigo de infância. Actualmente mora na Flórida com a sua esposa, que apoia as suas várias idiossincrasias em troca de ser a primeira a ler os seus novos romances.

Sinopse:
   Será possível termos um futuro sem conhecermos o nosso passado?
   Clemency Smittson foi adoptada em bebé, e a única ligação à mãe biológica é um berço de cartão com borboletas pintadas à mão. Agora adulta, e em constante conflito com sentimentos de perda e rejeição, decide mudar drasticamente de vida e voltar a Brighton, a cidade onde nasceu.
   Mas Clem não sonha que é lá que vai encontrar alguém que sabe tudo sobre a sua caixa das borboletas e a verdadeira história dos seus pais biológicos.
   E quando percebe que nem tudo é o que parece, e que talvez tenha sido injusta com aqueles que mais a amam, haverá tempo para recuperar o que foi perdido?

Opinião:
   Sei que este livro já saiu há bastante tempo mas só agora tive oportunidade de o ler. Esta é a escritora favorita da minha melhor amiga, e por isso acabo por nunca comprar os seus livros pois ela empresta-mos sempre.
   Comecei a história com expectativas muito elevadas e acabou por realmente não me desiludir. Gosto muito da forma de escrita da Dorothy e este livro mais uma vez vem provar-nos que esta autora consegue sempre prender-nos da primeira à última página, mesmo que as páginas sejam muitas.
   Este livro apresenta-nos Clem, a personagem central, que é uma mulher muito forte, lutadora e determinada. Contudo, devido à sua história de vida ainda não se encontrou a si mesma e procura o seu lugar no mundo, sentindo sempre que nunca pertence a parte alguma.
   É quase impossível não simpatizarmos com esta personagem, foi sem dúvida uma as minhas personagens favoritas criadas pelas Dorothy. Penso que a sua história de adopção está muitíssimo bem relatada e que tanto os factos de vida como a nível sentimental se encontram muito próximos da realidade, e isso foi algo que me surpreendeu e agradou imenso.
   Adorei a forma como a história nos vai sendo revelada, como no início parece não existir ligações entre os diferentes personagens mas depois todos se encontram interligados. Considero também muito interessante a mistura entre os factos do passado e do presente, que se vão revelando aos poucos para compor toda a narrativa, tornando a história ainda mais cativante.
   Além da adopção, este livro conta ainda com outros temas fortes mas bastante interessantes, tais como: racismo, eutanásia, traição, ciúme, inveja, choque de culturas e costumes, bem como o verdadeiro significado de família.
   A parte mais estranha para mim foi mesmo a relação da Clem com o marido e a forma como isso tem impacto na sua vida e nas relações que poderia ter construído posteriormente. Não é uma relação muito saudável e acaba por não acrescentar muita coisa à história.
   Ainda assim, de um modo geral, este é sem dúvida uma dos meus livros favoritos desta escritora. Recomendo a sua leitura, não só a todos os fãs da escritora mas, essencialmente a todos os fãs de um bom romance com factos reais, com situações e sentimentos que poderiam ser vividos por qualquer um de nós, e que nos deixam a reflectir sobre os nossos valores e sobre qual seria a nossa posição nessas mesmas situações.

Classificação:
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 384 
Dimensões / 235 x 24 x 156 mm 
Editora / DOM QUIXOTE

   Baseado em factos históricos, O Samurai conta-nos a jornada de alguns dos primeiros japoneses a pisar solo europeu e o consequente choque de culturas.
   Uma recriação emocionante de uma viagem repleta de perigos e sofrimento, que é também um admirável testemunho de resiliência e fé. Em 1613, o sonho do padre Velasco torna-se realidade. Pela primeira vez, os japoneses vão atravessar o oceano Pacífico. E ele irá com eles como intérprete. Ao embarcar com um grupo de samurais com destino ao México, indo depois a Espanha e finalmente a Roma, a sua zelosa esperança é que, iniciando relações com o mundo ocidental, o Japão se torne maduro para a conversão ao cristianismo – com ele como bispo. Mas o destino tem outros planos para o padre Velasco.
   Mais do que um romance histórico sobre os primeiros contactos entre Oriente e Ocidente, O Samurai é uma profunda reflexão sobre fé, honra, ambição e resistência humana, todos eles temas que Endo sempre abordou com incomparável acuidade e engenho. Galardoado com o Prémio Noma, um dos mais importantes prémios literários do Japão, O Samurai estabeleceu um marco incontornável no romance japonês do século xx.

O Autor
   Apontado como um dos mais refinados escritores do século XX, Shusaku Endo (1923- 1996) escreveu a partir da perspectiva fora do comum de ser japonês e católico. Nascido em Tóquio, Endo foi baptizado aos 12 anos, numa altura em que os cristãos representavam menos de 1% da população japonesa. Formou-se em Literatura Francesa, pela Universidade de Keio, e estudou durante algum tempo em Lyon como Bolseiro do Governo japonês. 
   O seu estilo de escrita tem sido sucessivamente comparado ao de Graham Greene, que aliás o considerava um dos maiores escritores do século XX. 
   De entre as suas obras mais representativas, além de Silêncio, destacam-se também O Samurai e Rio Profundo. Shusaku Endo foi galardoado com os mais importantes prémios literários do seu país, e por diversas vezes nomeado para o Prémio Nobel de Literatura. Silêncio está a ser adaptado ao cinema por Martin Scorsese, em parceria com o argumentista Jay Cocks (Gangs de Nova Iorque), um projecto que há mais de uma década procura concretizar.