A vida não tira as pessoas de ti, ela afasta as que tu não precisas!

   Quando se trata de salvaguardar o nosso amor próprio e a nossa dignidade, temos que ter sempre algo em mente: não podemos admitir diminuições. Por isso dizemos que a vida não tira as pessoas de nós, mas nos afasta das que não precisamos.
   É importante deixar de lado as pessoas más, sem coração, que esmagam a nossa auto-estima vezes sem conta. No momento em que tu perceberes isso, um mundo novo irá se abrir diante dos teus olhos e tu vais deixar de precisar da presença daqueles que semearam dúvidas, desconforto e relutância na tua cabeça.
   Dá a tua ausência às pessoas que te fazem mal. Afasta-te de quem duvida de ti, aproxima-te de quem te valoriza, liberta-te de quem te incomoda e ama quem te apoia. Dá a tua ausência de presente a quem não valoriza a tua presença e mostra-lhes o valor que tu tens.
   És tu quem determina o teu próprio valor, por isso, é esse o valor que as pessoas vão te dar. Por isso, é importante ficar perto de quem nos conforta e nos afastarmos das pessoas que nos ferem deliberadamente.
   Afasta-te do que machuca, do que escurece a tua vida, fica longe do que se transforma em trevas.
   Afasta-te de tudo aquilo que não tenha solução, daquilo que esteja acabando com o teu bem-estar.
   Distancia-te emocionalmente da dor, da rejeição e da traição; observa e aprende.
   Enfrenta os teus medos, controla os teus demónios.
   Lembra-te sempre que o sofrimento é opcional.
   Não anestesies a realidade de alguém que te trata mal pelo medo de perder essa pessoa.
   Lembra-te de que és tu que decide quais são as regras do jogo da tua vida.
   Quando nos rompemos em pedaços só para manter as outras pessoas completas, desintegramos a nossa capacidade de reacção, menosprezando os nossos desejos. Nunca devemos negligenciar as nossas emoções e pensamentos, assim como as nossas realizações.
   Mais vale uma autocrítica a tempo do que uma ferida emocional profunda no nosso coração por não termos sabido nos valorizar a tempo.
   Não te desesperes e lembra-te: embora seja difícil se proteger da hipocrisia e da traição daqueles que consideramos amigos, temos sempre que levar em conta que nem tudo que reluz é ouro, mas ainda assim podemos confiar no mundo.


   Deparei-me hoje com este texto e achei que seria uma óptima reflexão para partilhar convosco. É um texto diz tanta coisa que por vezes pensamos e sentimos que dei por mim completamente cativada por ele. Espero que o tenham apreciado tanto quanto eu.
   Até breve...
Pvp: € 9.96
Formato: 22x22cm
Peso: 325 g
Apresentação: Capa mole com badanas

   A palavra sânscrita “mandala” significa “círculo” e, mais concretamente, “pensamento contido dentro de um círculo”. Estes desenhos organizados à volta de um centro estão presentes em todas as culturas e têm uma origem ancestral. Seja como representações artísticas dos povos, ou estejam carregadas de significado religioso, as mandalas estão em toda a parte e encerram em si mesmas a essência do Homem – esse núcleo de identidade em relação dinâmica com tudo aquilo que o rodeia.
   A partir das investigações de C. G. Jung, as mandalas ultrapassaram o âmbito do pensamento budista e estão a ser aplicadas com múltiplas funções terapêuticas, uma vez que demonstram ser muito benéficas para aliviar estados depressivos, casos de isolamento, ansiedade ou stress.
   A simples actividade de colorir mandalas põe em funcionamento mecanismos físicos (a vista, o tacto, os músculos que dirigem o movimento do traço), mentais (a escolha da cor, a sua disposição, o ato criativo) e psicológicos.

Características da Art Nouveau
• Inspiração na natureza: predomínio do mundo vegetal.
• Uso da linha curva e total assimetria das formas.
• Estilização dos motivos que transformam a realidade do mesmo.
• Presença de figuras femininas com movimentos suaves e poses delicadas.
• Grande sensualidade e incitação ao prazer dos sentidos.
• Liberdade de inspiração, utilizando motivos de outras culturas e elementos da fantasia ou da imaginação.
Ano de Edição / Impressão / 2017
Número Páginas / 648 
Dimensões / 235 x 43 x 157 mm

   Uma herança milionária. Um herdeiro desconhecido. Uma teia de segredos... e perigo.

MUITO DINHEIRO
Poppy Mallory cresceu em circunstâncias infelizes, e sempre rodeada de pessoas duvidosas. Foi à custa de muito sofrimento que conseguiu singrar na vida. Na hora da morte, pretendia apenas uma coisa: deixar a sua fortuna – de milhões de dólares – à pessoa que conseguisse provar ser sua descendente. 

MUITAS MENTIRAS
Quando o jornalista de investigação Mike Preston se propõe descobrir a verdadeira identidade do herdeiro, percebe que tem pela frente uma tarefa tremenda. É que, da Califórnia a Veneza e Paris, a vida de Poppy aparenta ser uma sucessão de desencontros e amores perdidos. 

MUITAS ESPERANÇAS
São cinco as pessoas que se apresentam como legítimas herdeiras de Poppy, todas elas desesperadas por deitar a mão à vasta fortuna... e todas elas capazes de TUDO para o conseguir.

   Elizabeth Adler é britânica. Autora de vários romances, é reconhecida internacionalmente pelas suas histórias envolventes que combinam de forma magistral mistério, amor e destinos de sonho. Os seus livros estão publicados em vinte e cinco países, com mais de dez milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Adler e o marido viveram em vários países até que fixaram residência em La Quinta, Califórnia, onde passam dias tranquilos na companhia dos seus dois gatos.
   Na semana passada mostrei-vos as minhas aquisições, hoje trago-vos a minha frase favorita de cada uma das minhas leituras de Junho, bem como a palavra que penso que melhor descreve cada um dos livros que li.
   Em Junho, tive a oportunidade de ler 5 livros, menos um que no mês anterior, e apenas um deles estava em formato ebook. 
   Gostei de todos os livros que li mas dou especial destaque para o livro "Por Treze Razões". Já tinha visto a série e fiquei imensamente cativada, por isso soube logo que não podia deixar de ler o livro. Fiquei surpreendida com o facto do livro, mesmo sem o efeito visual da série, acabar por ser ainda mais profundo devido às palavras expressas de forma tão clara e explicita. Adorei esta leitura!
   Gostei também muito do livro "Nunca Seduzas um Escocês" pois, além da minha paixão pela Escócia, é um livro que traz toda uma nova perspectiva sobre este estilo literário e tem personagens com características únicas.
   Este mês não posso dizer que tenha tido assim alguma desilusão em específico com as minhas leituras. Contudo, penso que esperava um pouco mais do livro "A Sereia" uma vez que a história tinha contornos muito básicos e desenvolveu-se sem grandes surpresas ou reviravoltas. Ainda assim, consegui gostar dos personagens e de alguns pormenores da narrativa. Penso que tinha as expectativas um pouco elevadas, pois adorei a saga "A Selecção" e, a meu ver, este livro não traz toda essa magia.
   Deixo-vos então as frases escolhidas das minhas leituras de Junho que se encontram, como sempre, apresentadas pela ordem em que li os respectivos livros.

1. "A Educação de Felicity", de Marion Chesney
Frase: "Digo-lhe, Lady Felicity, seu eu não tivesse sido capaz de me rir de alguns dos problemas da vida, há muito que estava sete palmos debaixo de terra."
Numa palavra: sociedade.

 2. "Se Estivesses Aqui", de Francesco Gungui
Frase: "Ás vezes pergunto-me o que é o amor. Sim, sei que é uma pergunta terrivelmente patética, mas pergunto: será que se pode dar uma definição exacta do amor?."
Numa palavra: mudanças.

3"Nunca Seduzas um Escocês", de Maya Banks
Frase: "É melhor avançarmos com isto antes que sejam ditas e feitas coisas que depois não possam ser desditas nem desfeitas."
Numa palavra: alianças.

4. "A Sereia" de Kiera Cass
Frase: "Não estou pronta! Quero viver! Dezanove anos não eram suficientes. Ainda existiam muitas comidas para provar e muitos lugares para visitar. Um marido, assim esperava, e uma família. Tudo isso, absolutamente tudo, desapareceria num instante."
Numa palavra: mitos.

5. "Por Treze Razões" de Jay Asher
Frase: "Ninguém pode ter a certeza do impacto que exerce na vida dos demais. A maior parte das vezes, nem nos passa pela cabeça. E, não obstante, não podemos evitar exercê-lo."
Numa palavra: suicídio.

   Como foi o vosso mês de Junho em termos de leituras? Já leram algum destes livros ou pretender ler? Contem-me tudo nos comentários. 
    Até breve...