Dor, raiva, luto, mas também optimismo e amor fazem deste livro de Tom Malmquist «impossível de esquecer» (ActuaLitté). 

A Porto Editora publica a 26 de Setembro o romance autobiográfico de Tom Malmquist, poeta sueco que se estreia na prosa com «um dos cem livros mais notáveis do ano» (The New York Times).

   Em todos os momentos estamos vivos relata, de forma romanceada, a experiência por que o autor passou com a doença inesperada e fatal da mulher que amava, com o nascimento da filha no meio de toda esta dor e, pouco tempo depois, com a morte do próprio pai. A dor da perda e a alegria da vida, o luto e a esperança, a tristeza e o optimismo são pólos aparentemente opostos, mas que são mote para este Em todos os momentos estamos vivos.

   Com surpreendente reconhecimento internacional para romance de estreia, este livro foi galardoado com diversos prémios na Suécia e está já publicado em mais de vinte países.

   «Uma tal carga emocional é uma demonstração do extraordinário talento de Malmquist. Em todos os momentos estamos vivos é um tremendo feito de disciplina emocional e artística. [...] Uma vitória.» The New York Times

   «Excelente... Impressionante... Um relato profundamente pessoal...» The Guardian

   «Um romance verdadeiramente intenso, profundo e impressionante, impossível de esquecer.» ActuaLitté


SOBRE O LIVRO
   Tom está a poucas semanas de ser pai, mas o momento que se espera ser de felicidade transforma-se num pesadelo. Karin Lagerlöf, a namorada, entra nas urgências com o que parece ser uma gripe. No entanto, o diagnóstico é muito mais assustador: leucemia aguda. Para poder iniciar os tratamentos, Karin tem de ser submetida a uma cesariana.
   É assim que Tom Malmquist, personagem que partilha o nome com o autor, se vê dividido entre a felicidade de ter uma filha e a profunda dor de perder a mulher que ama. Poucos meses depois, ainda não refeito do choque que foi a morte de Karin, Tom assiste aos últimos momentos de vida do pai, vítima de cancro.
   Embrulhado em diagnósticos herméticos, desentendimentos familiares, burocracias kafkianas e num profundo estado de cansaço, Tom tem, ainda assim, de aprender a cuidar da pequena Livia. Neste comovente romance autobiográfico, Tom Malmquist partilha com o leitor a história de um homem cujo mundo parece colapsar de um dia para o outro. Dor, raiva, luto, mas também amor e uma enorme resiliência fazem parte desta narrativa, lembrando o leitor que mesmo no meio do caos é sempre preciso continuar a viver.

SOBRE O AUTOR
   Tom Malmquist nasceu em 1978, em Huddinge, na Suécia.
   Começou por publicar dois livros de poesia, mas foi o seu primeiro trabalho em prosa que arrebatou a crítica. No romance Em todos os momentos estamos vivos, publicado em 2015, Tom Malmquist serve-se de episódios autobiográficos para escrever um comovente livro sobre a perda e o luto.
   Com direitos vendidos para mais de vinte países, o seu primeiro romance arrecadou prémios como o Karin Boye’s Literary Prize (2015), o Albert Bonnier Scholarship Fund For Swedish Writers (2015), o Dagens Nyheter Culture Prize (2016) e o Stina and Erik Lundberg Foundation Grant (2016). Esteve nomeado para o Nordic Arts Council Prize e, em 2018, foi considerado pelo The New York Times um dos cem livros mais notáveis do ano.
   Actualmente, vive em Estocolmo com a filha.

Nona temporada inicia-se sob a égide de Manoel de Oliveira.

   Este domingo, dia 22 de Setembro, a partir das 16:00, o auditório da Biblioteca Almeida Garrett recebe Paulo José Miranda para a 78.ª sessão do Porto de Encontro. Esta conversa marca a abertura da nona temporada e está integrada no programa do dia de encerramento da Feira do Livro do Porto.
   Neste arranque de mais uma temporada deste ciclo de conversas com escritores promovido pela Porto Editora, o jornalista Sérgio Almeida conversará com Paulo José Miranda. O poeta – vencedor do Prémio Teixeira de Pascoes com o seu primeiro livro, A Voz Que Nos Trai, e também do Prémio Autores, atribuído em 2015 pela Sociedade Portuguesa de Autores pelo livro Exercícios de Humano – dramaturgo, ensaísta e também ficcionista – a sua novela Natureza Morta valeu-lhe a vitória na primeira edição do Prémio José Saramago – vai, no entanto, falar sobre a sua mais recente incursão noutro género literário: a biografia.
   Em torno da vida de Manoel de Oliveira apresenta-se A Morte Não é Prioritáriao segundo volume da colecção de Biografias de Grandes Figuras da Cultura Portuguesa Contemporânea, publicada pela Contraponto. Esta apresentação conta com a participação especial de Pedro Mexia e com leituras de Susana Sá.
   Parte da vida cultural da cidade desde 2011, este ciclo de conversas reuniu mais de 20.000 espectadores em 77 edições realizadas em diversos espaços da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João.
   A 78.ª edição do Porto de Encontro conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand. Esta iniciativa está a ser divulgada em www.portoeditora.pt/portodeencontro e também no Facebook.

Uma mistura perfeita de família, amigos e comida deliciosa.

   Laura Griffin está numa fase complicada da sua vida: as suas duas filhas estão na universidade e ela tem de se habituar a uma nova rotina. Na atarefada casa, onde sempre existiu um burburinho constante e o aroma dos cozinhados a pairar no ar, prevalece agora o silêncio. Laura sabe que este é o curso natural das coisas e tenta mentalizar-se de que poderá agora ter mais tempo para si e para o marido, Dom.
   Mas uma revelação inesperada faz vacilar o seu casamento, um segredo que ela é incapaz de aceitar. Sentindo-se cada vez mais só, Laura encontra o reconforto num valioso tesouro familiar: a caixa de receitas da avó, uma compilação preciosa cuja origem remonta à Segunda Guerra Mundial e que, juntamente com as bem-sucedidas compotas de Laura, será a ajuda de que precisa para reencontrar o sentido para a sua vida.
   Determinada a trilhar o seu próprio caminho, Laura decide seguir os seus sonhos. Mas até a pessoa mais corajosa precisa daqueles que ama, e esse poderá ser o ingrediente que falta para a felicidade de todos? e também de Laura.

A Autora
   Veronica Henry é filha de militares, o que a levou a mudar várias vezes de cidade e de escola. Formou-se em Estudos Clássicos, na Universidade de Bristol, e complementou a sua formação com um curso de secretariado bilingue. Após a conclusão, trabalhou como assistente de produção na radionovela britânica The Archers, que lhe deu bases para trabalhar como guionista numa estação de televisão.
   Em 2000, publicou o seu primeiro livro e desde então a sua obra cresceu, tendo mais de 15 livros no currículo e muitos artigos publicados na imprensa.
   Para saber mais sobre a autora, visite: www.veronicahenry.co.uk
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No dia 26 de Setembro, a Porto Editora faz chegar às livrarias de todo o país As Filhas do Capitão, o novo romance de María Dueñas.

   Na Rua 14 de Nova Iorque, uma das artérias da colónia de cerca de 40 mil emigrantes espanhóis que fazem desta cidade a sua nova casa, encontra-se O Capitão. A inesperada morte de Emilio Arenas, dono deste pequeno restaurante, coloca em marcha o desafio de uma vida para as suas três rebeldes filhas. Victoria, Mona e Luz Arenas vão ter de atravessar o Atlântico e enfrentar as marés da aventura épica e incerta da emigração.
   Escrito com o detalhe histórico e com o estilo que apaixonou milhares de leitores com O tempo entre costuras – o seu romance de estreia que celebra agora o seu décimo aniversário de publicação –, As Filhas do Capitão é uma envolvente narrativa que celebra a coragem e a resiliência dos emigrantes e, em particular, as mulheres que trilham o seu caminho mesmo quando os ventos sopram em desacordo.
   Além de O tempo entre costuras, adaptado para televisão pela Antena 3, também o livro As Vinhas de La Templanza está a ser adaptado ao pequeno ecrã, encontrando-se já em filmagens e com estreia prevista para 2020 na plataforma Amazon Prime Video.

SOBRE O LIVRO
   Nova Iorque, 1936: o pequeno restaurante O Capitão abre as portas na rua 14, um dos enclaves da colónia espanhola que sobrevive na grande cidade americana.
   A morte acidental do seu dono, o libertino Emilio Arenas, obriga a que as suas filhas indomáveis assumam as rédeas do negócio, enquanto nos tribunais se resolve a herança.
Abatidas pela súbita necessidade de sobreviver, as temperamentais Victoria, Mona e Luz Arenas abrirão caminho através das adversidades, decididas a transformar um sonho em realidade.
   Com uma leitura tão ágil quanto envolvente e emocionante, As Filhas do Capitão conta-nos a história de três jovens espanholas que se veem obrigadas a cruzar um oceano, instalando-se numa cidade deslumbrante, e lutando com bravura para encontrar um caminho.
   Baseado numa história real, este romance é também um tributo a todas as mulheres que resistem, mesmo quando os ventos sopram em desacordo, e uma homenagem aos valentes que viveram – e vivem – a aventura, simultaneamente épica e quase sempre incerta, da emigração.

SOBRE A AUTORA
   É doutorada em Filologia Inglesa. Depois de duas décadas dedicadas à vida académica, irrompeu pelo mundo literário em 2009, com O tempo entre costuras, o romance que se tornou um fenómeno editorial e cuja adaptação televisiva alcançou um sucesso insuperável. Os seus romances posteriores, Recomeçar e As vinhas de La Templanza continuaram a cativar os leitores e a crítica.
   Traduzida em mais de 35 línguas e com milhões de exemplares vendidos, a autora converteu-se numa das escritoras de língua espanhola mais estimadas no mundo. Este é o seu quarto romance.