Caminhar por Lisboa, de Anísio Franco (novidade)


   Com este guia, o historiador propõe aos leitores sete percursos para conhecer e descobrir a cidade, percorrendo várias zonas como o Castelo de S. Jorge, o Museu Nacional de Arte Antiga, o Marquês de Pombal e a Ribeira das Naus.
   Inspirado nas suas próprias deambulações por Lisboa que, desde os seus 10 anos, lhe permitiram conhecer cada uma das ruas, de forma cada vez mais detalhada, Aníso Franco apresenta, para cada um dos percursos sugeridos, pontos de interesse cultural e gastronómico, narrativas sobre as ruas e as pessoas que nelas viviam, contextualizações históricas e artísticas e, claro, mapas e informações sobre a duração e a dificuldade dos percursos sugeridos.
   Com roteiros mais artísticos (como o que vai do Museu de Arte Antiga a São Paulo), outros mais históricos (do Chafariz d’El Rei à Senhora do Monte) e ainda outros mais pessoais (do Parque Mayer ao Rossio), todos eles se cruzam e unem-se entre si através dos afectos, das memórias e das histórias que cada um deles conta sobre as ruas e as personagens que fazem parte (da história) delas.
   Anísio Franco assume que encara esta descoberta das ruas e edifícios como se de uma expedição turística se tratasse e que, por isso, se comporta como um estrangeiro na sua própria terra e tenta conhecer o máximo em cada percurso que faz, como se fosse a última vez que estivesse de visita à cidade e não quisesse deixar escapar nada.

O Autor
   Anísio Franco é licenciado em História da Arte e conservador no Museu Nacional de Arte Antiga. Tem desenvolvido vários estudos no campo da história da arte em Portugal e comissariou várias exposições de arte em Portugal e no estrangeiro. Paralelamente tem guiado inúmeras visitas de teor cultural, pela cidade de Lisboa, pelo país e pelo mundo desde, pelo menos, 1988.
   Da sua multifacetada carreira destaca-se ainda a participação em programas televisivos no âmbito da história da arte portuguesa, bem como a participação em filmes, documentários e séries. Publicou Histórias de Antiguidades, uma colectânea de crónicas que sintetizam a visão que tem sobre a forma de ver o mundo e a arte. Recentemente encontrámo-lo como personagem real (com o seu próprio nome) no romance de Valter Hugo Mãe, A Máquina de Fazer Espanhóis.

1 comentário:

  1. Adorava ler este livro e fazer os percursos para melhor conhecer Lisboa.

    ResponderEliminar