As Últimas Linhas Destas Mãos, de Susana Amaro Velho (divulgação)

segunda-feira, novembro 13, 2017

Ficção Portuguesa
Formato: e-wook / capa mole
N.º páginas: 262
PVP: 5,99€ / 15,50€

   Um amor vivido em papel e reprimido durante décadas, desvendado em As últimas linhas destas mãos, romance de estreia da autora.

   É num ambiente nostálgico que Susana Amaro Velho constrói o seu romance de estreia, As últimas linhas destas mãos, publicado pela Coolbooks e que já está disponível.
   Um amor impossível e reprimido durante 30 anos é perpetuado através de cartas secretas. Na fachada que constrói para viver, Alice mantém um casamento de conveniência e circunstância. Após a sua morte, é à filha Teresa que cabe o legado destas cartas escondidas.
   Ao recebê-las, é confrontada com uma narrativa que não reconhece, com personagens desconhecidas e com a sombra sempre presente da sua mãe, que se alastra pelas cartas em contornos que Teresa nunca julgaria serem possíveis.
   Em As últimas linhas destas mãos, o que começa por parecer um conjunto de cartas soltas, relatos de um passado de amor, afectos e esperança revela-se uma história coesa e intensa, com espaço para novas linhas escritas por outras mãos.

SINOPSE
   Depois da morte de Alice, a sua filha Teresa recebe uma herança que a deixa intrigada: um monte de cartas, algumas com tantos anos quanto ela, que contam uma estória de amor que não sabe se é ou não real. Não conhece os lugares. Não reconhece as personagens. Não sabe, sequer, quem é a própria mãe e onde se encaixa naquele enredo. Este amor em linhas vivido por Alice, de tão intenso, tão mordaz, tão vivo e tão presente vai abrindo espaços, alimentando dúvidas, resgatando culpas antigas e memórias apagadas.
   Mas será ele suficiente para que Teresa possa, finalmente, perceber e perdoar a mãe? Irão as últimas linhas de Alice ser mais fortes e enlaçar o que em vida não conseguiu prender?

A AUTORA
   Nasceu em Mafra em 1986 e cresceu com as fábulas dos reis e rainhas, que lhe alimentaram a curiosidade e as leituras ainda em miúda. O seu primeiro conto, escrito aos nove anos, era sobre uma menina de Mafra que vivia no bairro camarário dos avós, aquele que ainda hoje lhe serve de inspiração, e que queria ser jornalista para poder entrevistar pessoas e conhecer lugares. Perdeu-se o conto, mas não o amor pelas palavras e pelas viagens. Licenciou-se em Jornalismo e depois em Solicitadoria, porque o saber não ocupa lugar. E as folhas rabiscadas também não.
   Escreve desde que aprendeu a juntar letras e sobre tudo. Aliás, a memória mais viva é a que vive nas linhas de um caderno. É autora do blogue «What su Wants». Este é o seu primeiro romance.

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