Já estamos na última quinta-feira de Fevereiro, por isso trago-vos hoje o, já habitual, post semanal relacionado com a sétima arte. Este post tem o objectivo de vos manter sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


               

                

                



   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, mais uma vez, não há assim nenhuma em especial que deseje ver numa sala de cinema. Este ano têm estreado poucos filmes que me façam ir até ao cinema, estou um pouco desapontada.
   E vocês? O que pensam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...
Colecção: Os Libertinos - Livro III
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 320 
Dimensões / 235 x 21 x 156 mm 
ISBN / 9789892344379 
Editora / ASA

   Suspeito do assassinato do irmão, Lancelot (Lance) Hemingford, duque de Aylesbury, não vê outra solução senão o anonimato. Desgostoso, o jovem troca a vida rebelde de Londres pela quietude do campo. Mas assim que surge uma oportunidade de limpar o seu nome, ele não hesita. A “única” coisa que tem a fazer é propor casamento à sobrinha de um vizinho... Tarefa fácil e potencialmente interessante, pois Lance não resiste ao desafio de seduzir uma donzela relutante.
   Marianne Radley, que depende do tio para sobreviver, vê-se agora encurralada. A jovem não tem outra alternativa que não a de aceitar a mão de Lance. Mas Marianne tem um plano: tenciona descobrir os segredos mais sórdidos do futuro marido e expô-los ao mundo. Este seria, de facto, um plano infalível. Mas para o levar a bom termo, ela terá de ser totalmente imune aos encantos de um duque devasso... e encantador.
   Depois de "Uma Reputação Perigosa" e "Alto, Moreno & Provocador", "Nobre & Poderoso" vem completar a série "Os Libertinos", uma trilogia plena de intriga e paixão.

A Autora
Madeline Hunter   Madeline Hunter publicou o seu primeiro romance em 2000. Já foi por duas vezes galardoada com o prémio RITA, da Romance Writers of America. 
   Os seus livros figuram na lista dos mais vendidos do New York Times e USA Today e é uma das autoras favoritas da publicação Romantic Times. As suas obras encontram-se traduzidas para doze línguas, tendo vendido mais de seis milhões de exemplares. 
   Doutorada em História de Arte, é professora académica e vive nos Estados Unidos.

   Ler não é viver, mas é uma das melhores formas de estar vivo, de mergulhar num oceano de letras para renascer, refugiar-se e libertar a nossa imaginação e emoções.
   Para vocês, o que é ler? Alguns dizem que quando lemos não estamos sozinhos, outros, que o dia a dia se torna mais alegre e gratificante.
   Mergulhar num livro é um exercício que nos alimenta, educa e torna a nossa mente mais livre e poderosa.
   Os livros são um bem universal que deveria transcender mundos e culturas e ir além do tempo. São um legado para a humanidade e são transmitidos de pai para filho, como um bem muito precioso.
   Se você é daquelas pessoas que por vezes passa a noite a ler um bom livro, vai-se identificar com estas reflexões.

As leituras da infância
   Assim que iniciamos a nossa aprendizagem de ler e escrever, começamos a ler os primeiros livros que abrem as portas para um novo mundo e ao auto-conhecimento.
   As primeiras leituras da infância são histórias emocionantes, cheias de fantasias inesquecíveis. São portas abertas pela primeira vez para experimentar o terror, a aventura, o amor…
   Muitas vezes, quando fechamos os olhos, gostaríamos de voltar no tempo e reviver todas essas sensações que estão guardadas nos nossos velhos livros da infância, que ainda guardam o nosso nome escrito na primeira página.
   De certa forma, os livros antigos são como fotografias da alma, como pequenos mundos que contêm muitas partes de nós mesmos.
   São emoções contidas num mar de letras que ainda nos comovem e fazem com que nos perguntemos se as crianças de hoje se aproximam dos livros com a mesma paixão.
   O mundo mudou, e a sociedade baseia-se muito mais na tecnologia do que nas páginas de um livro.
   Entretanto, vale a pena investir nessa aproximação aos livros. De que forma? Através destas simples estratégias:
– Incentivar nas crianças o gosto pela leitura.
– A melhor maneira de fazer isso é através do exemplo. Se você gosta de ler, se os livros forem algo íntimo e familiar, as crianças vão perceber e interessar-se pela leitura.
– Não force a criança a ler um determinado tipo de livro; permita que elas escolham o que lhes interessa no momento.
– Estabeleça horários para leitura. Por exemplo, à noite, ler um pouco antes de dormir é um hábito saudável.

Os livros e a arte dos sentidos
   Não importa o tamanho dos livros, eles não pesam e não incomodam. Às vezes, carregamos muitos livros na nossa mala, para ler durante uma viagem de autocarro: são o nosso refúgio.
   Os livros são lidos, cheirados, acariciados e, para algumas pessoas, não devem ser emprestados. São amigos silenciosos, com quem estabelecemos uma ligação única e excepcional, amigos de prazeres e aventuras.
   Desfrutamos dos livros com todos os sentidos. Provavelmente, você já se perguntou porque os livros antigos têm aquele cheiro peculiar que nos intriga e agrada tanto?
   Tudo isso é devido a um elemento oculto nas suas páginas: a lignina (prima-irmã da baunilha). É um polímero vegetal que, no caso das árvores, ajuda a mantê-las fortes.
   Todos os livros produzidos à moda antiga, contêm essa essência de baunilha que se acentua conforme as folhas envelhecem e ficam amareladas.
   Actualmente, esse processo mudou e já não sentimos esse perfume inebriante do passado. Além disso, utilizamos mais os dispositivos electrónicos.

Leia para ser livre, leia para ser feliz
   A leitura é mais do que um refúgio, é a aquisição de novos conhecimentos, a possibilidade de vivenciar as histórias alheias, viajar por mundos impossíveis. Quando fechamos um livro, já não somos os mesmos.
   Ler permite-nos voltar à realidade quando quisermos, sabendo que os livros e as suas histórias permanecem vivos dentro de nós.
   E apesar de entendermos que ler não é viver, que não é a vida real, os livros continuam a alegrar a nossa vida.

Como serão as pessoas que nunca abriram um livro? Como Gandhi disse:
Se você não ler não acontece nada, mas se o fizer, mudará tudo.

   Não há dúvida de que a vida nos traz muita sabedoria, mas quem lê regularmente recebe muitos benefícios.
   É um erro acreditar que quem lê muito não deseja viver no mundo real. A leitura é uma aprendizagem constante e torna-nos mais habilidosos.
   Um bom livro nos ajuda a compreender muitos aspectos do quotidiano que geram stress e ansiedade; instrui, acalma, dá prazer e traz novos conhecimentos.
   As pessoas que estão habituadas a ler tornam-se mais exigentes e desenvolvem o seu sentido crítico. Essas pessoas tem pontos de vista variados porque já viveram em muitos mundos e conheceram muitas formas de pensar.
   Ler não é somente uma forma de ser mais livre; é ter uma arma poderosa ao alcance das mãos.

Retirado de "A Mente é Maravilhosa".

   Adorei este texto e não poderia deixar de o partilhar com todos vocês!
   Até breve...

Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 208 
Dimensões / 234 x 15 x 156 mm 
ISBN / 9789897800801 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA

O meu novo chefe adora impor regras. 
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. 
A sério. 
O tipo é viciado em bananas. 
E eu, claro, fui logo tocar na dele. 
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. 
E foi nesse momento que ele apareceu. 
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! 
Mas deixem-me começar pelo início...

   Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
   Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
   Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
   Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
   Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
   Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

A Autora
   Penelope Bloom foi professora do ensino secundário antes de se dedicar à escrita, um sonho que acalentava desde sempre. Quis mostrar às filhas que era possível concretizar os sonhos, sejam eles quais forem. Agora diverte-se a criar nos seus livros universos em que quisesse habitar. Gosta de homens com uma mente perversa e um coração de ouro bem disfarçado, e as suas heroínas têm garra e irão sempre tentar (em vão!) resistir-lhes. As suas obras não são para os fracos de espírito!

Sinopse: 
   Fallon é a filha mais nova de um orgulhoso rei celta e sempre viveu na sombra da lendária reputação da guerreira de Sorcha, a sua irmã mais velha, que morreu em combate quando os exércitos de Júlio César invadiram a ilha da Bretanha. Na véspera do seu 17.º aniversário, Fallon está ansiosa por seguir os passos da irmã e conquistar o seu legítimo lugar entre os guerreiros reais. Mas ela nunca terá essa oportunidade, já que é capturada e vendida a uma escola de elite que treina mulheres gladiadoras — e cujo patrono é o próprio Júlio César. Numa cruel reviravolta do destino, o homem que destruiu a família da jovem poderá ser a sua única hipótese de sobrevivência. Agora, Fallon terá de ultrapassar rivalidades perversas e combates mortais — dentro e fora da arena. E talvez a maior ameaça de todas: os seus sentimentos proibidos, porém irresistíveis, por Cai, um jovem soldado romano.

Opinião:
   Já tinha este livro na estante desde que foi lançado, despertou-me a atenção pela sua sinopse, pois achei que tinha vários ingredientes que ia gostar. Contudo, nada me podia preparar para esta viagem mágica e alucinante. 
   Este livro está carregado de personagens femininas fortes e corajosas, verdadeiras guerreiras que conseguem inspirar e impressionar qualquer pessoa que tenha oportunidade de o ler.
   É uma história que me transportou para outro lugar, que me levou a colocar-me na pele de Fallon, tal não é poder e mestria da escrita de Lesley Livingston.
   Durante a narrativa, encontramos vários contrastes que nos fazem querer ler mais e mais até percebermos que chegámos ao final. As mudanças que ocorrem na vida da personagem principal levam-na a ter que crescer e adaptar-se de forma muito rápida a toda a sua nova realidade que, por sinal, é totalmente diferente daquela a que estava habituada. 
   Nesta história, podemos contar ainda com muito suspense, reviravoltas inesperadas e segredos sombrios que mudam o rumo da história de um instante para o outro. É uma narrativa que, sendo construída de forma cativante, vai unindo pontos que à primeira vista parecem distintos mas acabam por se juntar e fazer todo o sentido.
   Já há muito tempo que desejava poder voltar a ler um livro deste género. Um livro que me levasse de volta ao passado, que tivesse fantasia e realidade lado a lado, com um toque celta e várias referências a essa cultura, e que retratasse uma civilização antiga. Este livro tem tudo isso e de bónus temos ainda um romance forte e enternecedor, sem ser de qualquer modo lamechas, algo que me deixou também muito satisfeita nesta leitura.
   Durante a história, vão surgindo também personalidades famosas, como a Cleópatra e Júlio César, existindo ainda referência ao gladiador "Spartacus". Esta última referência, e toda a "vibe" deste livro, deu-me umas saudades enormes da série, baseada nesse famoso gladiador, que tive oportunidade de ver e adorei.
   Em suma, esta foi sem dúvida uma leitura totalmente viciante, realizada num ápice, e que me deixou a desejar que o resto desta saga seja publicada muito em breve.  

Classificação:

   Estamos na penúltima quinta-feira de Fevereiro, por isso trago-vos hoje o, já habitual, post semanal relacionado com a sétima arte. Este post tem o objectivo de vos manter sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


                

                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, não há assim nenhuma em especial que deseje ver numa sala de cinema.
   E vocês? O que pensam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

Inês Pedrosa e Lídia Jorge são as convidadas especiais da sessão de Fevereiro. 

   No dia 24 de Fevereiro, a partir das 17:00, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett recebe a 73.ª edição do Porto de Encontro. Isabel Rio Novo é a protagonista desta sessão, que decorre à volta de um dos grandes nomes da literatura portuguesa: Agustina Bessa-Luís. 
   Incontornável na nossa literatura e uma figura absolutamente fascinante, Agustina Bessa-Luís teve uma vida riquíssima, capaz de alimentar – como alimentou, na verdade – vários romances: os romances escritos pela própria Agustina. Isabel Rio Novo, romancista, aceitou o desafio da Contraponto e daí surgiu O Poço e a Estrada, a biografia que inaugura a colecção de Biografias de Grandes Figuras da Cultura Portuguesa Contemporânea, que irá estar em destaque neste Porto de Encontro. 
   Inês Pedrosa e Lídia Jorge são as convidadas especiais desta sessão, ficando as leituras a cargo de Emília Silvestre. 
   Parte da vida cultural da cidade desde 2011, este ciclo de conversas reuniu mais de 20.000 espectadores em 72 edições realizadas em diversos espaços da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João. 
   A 73.ª edição do Porto de Encontro conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand. Esta iniciativa está a ser divulgada em www.portoeditora.pt/portodeencontro e também no Facebook.

Sinopse:
   Às vezes, uma troca de olhares pode ser o princípio do resto da tua vida.
Heather já acabou os estudos e está prestes a aceitar uma proposta de emprego num grande banco em Manhattan. Antes disso, no entanto, decide fazer uma viagem de comboio pela Europa com as amigas. Umas férias merecidas, antes de começar a vida adulta. Até aqui, tudo normal, certo?
   Mas quando um rapaz chamado Jack lhe pede licença e trepa pelo seu assento no comboio para se deitar a dormir no compartimento de bagagens, Heather percebe que esta viagem talvez não vá ser tão normal assim.
   Chegados a Amesterdão, já são inseparáveis. Enquanto descobrem os canais da cidade holandesa, Jack partilha com Heather os motivos da sua viagem. Tem um velho diário, do seu avô, que refere todos os sítios aonde quer ir. O casal, juntamente com uma série de amigos, vai acabar por percorrer o itinerário do avô de Jack o melhor que pode.
   Mas será que Jack está a contar a Heather tudo sobre o seu passado? E será o encanto do velho continente suficiente para cimentar um amor que apareceu do nada? Um romance enternecedor, que vai derreter até os corações mais resistentes. Se gosta de histórias de amor e tem uma paixão por viajar, este livro é para si.

Opinião:
   Esta foi uma das minhas leituras de Janeiro. Já tinha este livro há algum tempo na estante e estava realmente ansiosa para o ler. Julguei ser uma leitura leve, uma vez que retratava um romance jovem, e que me ia deixar prendida às suas páginas devido à minha paixão por viajar. 
   Se por um lado acertei em cheio, por outro as minhas expectativas saíram completamente ao lado. Este é sem dúvida um livro que apaixona qualquer amante de viagens, mas não nos podemos deixar enganar pelo seu ar "young adult" pois tem uma profundidade muito maior do que eu esperava.
   Os personagens são adoráveis, encontram-se de forma inesperada e, à primeira vista, parecem ser o oposto um do outro. Ainda assim, o romance entre ambos floresce de forma natural e muito bonita. Identifiquei-me em alguns pontos com a Heather, que também tem uma paixão pela leitura, mas foi impossível não me identificar com o Jack em diversas situações. 
   Claro que nesta história nem tudo é perfeito, e um segredo com um impacto gigantesco ameaça toda esta aura de felicidade que se cria no início do livro. Para mim, o único ponto menos positivo deste livro foi mesmo o facto de ter adivinhado esse segredo cedo demais. Contudo, esse factor não me afastou da narrativa, pelo contrário, fiquei ainda com mais vontade de perceber se as minhas suspeitas se confirmavam. Ao perceber que se confirmavam fiquei com o coração desfeito, mas isso não apaga a beleza desta história.
   Este é sem dúvida um livro de leitura fácil e rápida que me levou do sorriso às lágrimas num curto espaço de tempo. Posto isto, não me importava nada que a narrativa se tivesse estendido mais e houvessem ainda mais pormenores sobre os locais que vão sendo visitados durante a viagem que nos é descrita.  
   Amei algumas partes deste livro de forma muito especial, pois descrevem locais que já tive oportunidade de visitar. Este livro teve o dom de me fazer querer voltar a esses locais e desejar viajar para outros que ainda não visitei. É também um livro que nos faz querer aproveitar a vida, desfrutando cada dia que temos para viver.
   Se procuram um livro cheio de aventura, viagens, romance e algum drama, este é sem dúvida um livro obrigatório que eu recomendo a 100%. 
    
   Classificação:
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 336 
Dimensões / 235 x 22 x 157 mm 
ISBN / 9789897800528 
Editora / CASA DAS LETRAS

   Em Moscovo, na Praça Vermelha, é descoberto um cadáver, numa das manhãs mais frias de que Vera, uma vagabunda que deambula pela zona, tem memória. 
   Do outro lado da cidade, uma brilhante e obstinada recém-formada estudante de Direito, Masha Karavai, de 22 anos, está obcecada em descobrir o assassino do pai. Inicia um estágio na esquadra da polícia da Petrovka, a sede da Directoria Central da Polícia. 
   Masha investiga uma série de assassinatos enigmáticos e grotescos que, aparentemente, não têm relação entre si. Mas quando descobre uma ligação entre as vítimas e o mundo simbólico da ortodoxia russa medieval, ela e o seu chefe, Andrey, começam a investigar os crimes com maior profundidade. Masha recorre à ajuda de um amigo de infância, Innokenty, um historiador e negociante de antiguidades, que lhe revela uma planta antiga de Moscovo e a potencial relação desta com a lendária cidade sagrada no céu, Nova Jerusalém, descrita minuciosamente no livro do Apocalipse. Ao examinarem a cena dos crimes e os métodos medievais de execução utilizados, aproximam-se da teia que liga os misteriosos assassínios. Mas o implacável serial killer inicia um jogo com Masha que coloca em perigo a sua vida e as daqueles que lhe são próximos.
   Masha e Andrey, enfrentarão, cara a cara, um assassino frio, de uma inteligência pouco comum, obcecado pelo simbolismo medieval, que pune publicamente as suas vítimas através das formas mais cruéis, para que a sua mensagem a todos os pecadores seja tão clara e marcante quanto possível.

A Autora
   Daria Desombre nasceu em Sampetersburgo, tendo estudado na Hermitage Art School e na Universidade Estatal de Sampetersburgo. Em 2000 mudou-se para Paris onde fez um MBA em gestão e marketing de Moda. Foi directora de marketing da casa joalheira Mauboussin antes de se dedicar exclusivamente à escrita de guiões. Actualmente, desenvolve guiões para empresas cinematográficas da Rússia e da Ucrânia, e adapta programas de televisão norte-americanos e europeus para o mercado russo. Daria vive em Bruxelas com o marido e os dois filhos, e encontra-se a finalizar o quarto romance da série Masha Karavai e o guião para televisão de O Colecionador de Pecados.

Destaque para a presença de Sergio Ramírez (Prémio Cervantes) e a apresentação da colecção de poesia coordenada por Valter Hugo Mãe. 

   A poucos dias do início do que promete ser uma edição memorável do Correntes d’Escritas, a Porto Editora anuncia os lançamentos e os autores que integram o programa daquele importante festival literário ibero-americano, sem esquecer os nomeados para o Prémio Literário Casino da Póvoa e a XI edição do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas | Porto Editora . 

   Em relação aos novos livros, é de destacar os lançamentos de O crepúsculo em Moledo , de António Sousa Homem, de Instruções para atravessar o deserto , antologia poética de Juan Vicente Piqueras, de Se me empurrares eu vou , de Maria Quintans, e do mais recente título do Prémio Cervantes 2017: Já ninguém chora por mim , de Sergio Ramírez. 

   Natural expectativa despertará o lançamento de uma colecção exclusivamente dedicada à poesia, elogio da sombra , coordenada por Valter Hugo Mãe, que publicará a obra de poetas já com provas dadas no panorama nacional, a par de outros que através dela se estrearão. 

   Para além destes lançamentos, estão confirmadas as participações de Ana Luísa Amaral, Andreia C. Faria, Cristina Carvalho, Daniel Jonas, Filipa Leal, Francisco José Viegas, Karla Suárez, Luis Cardoso, Luís Carlos Patraquim, Luis Sepúlveda, Sérgio Godinho e Teolinda Gersão . 

   De referir que, dos 12 finalistas apontados ao Prémio Literário Casino da Póvoa, sete foram publicados pela Assírio&Alvim: 

A Noite Imóvel , Luís Quintais
Bandolim , Adília Lopes
De Passagem , José Alberto Oliveira
Existência , Gastão Cruz
Oblívio , Daniel Jonas
Teoria da Fronteira , José Tolentino Mendonça
Uma aposta numa nova geração de leitores e escritores 

   A entrega dos prémios aos vencedores do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas | Porto Editora é um dos momentos mais especiais da Sessão Oficial de Encerramento do evento. O palco enche-se de dezenas de crianças de 9/10 anos que, sob a orientação dos professores, ousaram escrever e ilustrar um conto original – e, naquele instante, renova-se a esperança de haver mais leitores no futuro e uma nova geração de escritores e criadores. 

   Esta iniciativa conjunta do Correntes d’Escritas e da Porto Editora tem precisamente como objectivo estimular a criação literária, especialmente o desenvolvimento da comunicação escrita e criativa, promovendo ao mesmo tempo o gosto pelo livro e pela leitura. 
   Os vencedores desta XI edição serão anunciados na Sessão Oficial de Abertura e os prémios entregues na cerimónia de encerramento. 
   Todos os pormenores da presença da Porto Editora no Correntes d’Escritas podem ser consultados aqui


   Já estamos na segunda quinta-feira de Fevereiro, por isso trago-vos hoje o, já habitual, post semanal relacionado com a sétima arte. Este post tem o objectivo de vos manter sempre informados sobre os filmes que vão chegando às salas de cinema. 
   Sem mais delongas, esta semana podem ver as seguintes estreias:


                

                


   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem clicar nos respectivos cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, não há assim nenhuma em especial que deseje ver numa sala de cinema.
   E vocês? Gostam das estreias da semana? Estão a planear assistir a algum destes filmes no cinema? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...
Não Ficção
Págs.: 160
Capa: capa mole com badanas
PVP: 15,50€

Guia para apoiar quem cuidou de nós é apresentado por Teresa Guilherme e Jorge Gabriel

   No dia 14 de Fevereiro, a Ideias de Ler faz chegar às livrarias Os meus pais estão a envelhecer, de Maria José da Silveira Núncio e Carla Rocha. Indispensável para desdramatizar o envelhecimento e a tarefa de cuidar dos progenitores, este livro vai, de forma eminentemente prática e objectiva, ajudar os leitores a encontrarem as formas mais adequadas de enfrentar as exigências deste novo quotidiano com energia e optimismo.

   Cuidar dos pais não é um factor determinante na equação que a maioria das pessoas cria para o seu futuro. No entanto, e com a naturalidade que parece ser esquecida, o envelhecimento acontece. Por vezes, aparenta surgir de um dia para o outro, com uma doença que se revela grave ou crónica. Porém, na maioria dos casos, os sinais surgem lentamente: as dificuldades de locomoção, as fragilidades na memória, a confusão com as questões burocráticas ou até as misteriosas amolgadelas no carro. Em ambos os casos, acompanhar o envelhecimento é exigente, desde as novas logísticas que devem ser asseguradas, até às decisões complexas que é preciso tomar em relação ao futuro. Tudo isto, sem ignorar as próprias necessidades.

   Num país em que o envelhecimento da sociedade se acentua drasticamente, Os meus pais estão a envelhecer é um guia essencial para todos quantos se preocupam ou passam por esta situação, incluindo os milhares de cuidadores informais – cujo trabalho o Presidente da República coloca em destaque na mensagem que escreveu para esta obra.

   A primeira sessão de apresentação de Os meus pais estão a envelhecer está marcada para dia 21 de fevereiro, pelas 18:30, em Lisboa, no espaço Âmbito Cultural do El Corte Inglés. A apresentadora Teresa Guilherme e a psicóloga Patrícia Charters são as convidadas especiais. No dia 9 de março, a Bertrand Cidade do Porto recebe a apresentação deste título, a partir das 17:00. Jorge Gabriel e Ana Luísa Pinto, fundadora da Associação Cuidadores, juntam-se para a conversa sobre este tema.

EXCERTO DA MENSAGEM DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
   Folheando as páginas de “Os Meus Pais Estão a Envelhecer” há duas ideias que nos interpelam: a inevitabilidade do envelhecimento nas nossas sociedades e a necessidade de agir.
   Perante este retrato de uma realidade que é hoje um fenómeno global devemos, desde logo, começar por nos questionar se estamos, entre nós, a promover uma sociedade geracionalmente consciente, onde todos sabem que há lugar para todos, não havendo definitivamente lugar a exclusões e incompreensões ou clivagens geracionais desnecessárias. (…)
   Estamos, pois, perante uma publicação, que mais uma vez, coloca em destaque a importância dos cuidadores informais. Em Portugal a grande maioria dos cuidados prestados a pessoas dependentes, sejam idosos, pessoas com deficiência, demências ou doenças crónicas é prestada por cuidadores informais e não através das redes formais. Há milhares de cuidadores informais e cada vez haverá mais. As páginas deste livro trazem-lhes um testemunho importante, mas é preciso ir mais longe. Os cuidadores informais não podem continuar invisíveis e nessa condição ignorados, é necessário acautelar os seus direitos, conjugando o seu estatuto com o estado social. (…)
   Neste contexto, o trabalho das autoras não se resume a uma análise dos problemas que o envelhecimento coloca, quer ir mais longe. Ouvindo testemunhos de quem com eles foi confrontado, fornecendo pistas, ideias ou caminhos para a acção. (…)
   Esta é uma causa nacional, uma causa que reúne o apoio de todos os partidos políticos. É uma causa que o Presidente da República sempre defendeu. É uma causa para a qual contribui o livro Os Meus Pais estão a Envelhecer.

SINOPSE
   Raramente incluímos nos planos de vida cuidar dos nossos pais quando envelhecem. Aos nossos olhos, a necessidade de os apoiar parece sempre muito distante.
   No ritmo frenético que levamos, lidar com os problemas próprios do envelhecimento dos nossos pais é um verdadeiro desafio. Um dia surgem as dúvidas: estarão a alimentar-se como deve ser? Quem os vai acompanhar às consultas? Será seguro ficarem sozinhos?
   Com testemunhos reais e muitos conselhos práticos, este livro vai ajudar a: avaliar necessidades do quotidiano; identificar soluções imediatas e a longo prazo; comunicar com os seus pais; envolver a família no apoio; falar sobre temas difíceis; prolongar a autonomia dos seus pais; gerir as emoções; cuidar de si.

AS AUTORAS
   Maria José da Silveira Núncio é doutorada em Sociologia, professora universitária, mediadora e coach familiar. Interessa-se pelas famílias, pela promoção do seu bem-estar quotidiano e acredita que a satisfação e a realização individuais e familiares são fáceis de conseguir desde que se clarifiquem metas e estratégias a alcançar. É autora de livros de auto-ajuda, de romances e de obras académicas e colabora regularmente com os meios de comunicação social na qualidade de especialista na área da família. É casada, mãe de dois filhos e vive também a realidade de apoiar os seus pais.


   Carla Rocha é Enfermeira Especialista de Reabilitação e está a concluir o Mestrado em Cuidados Paliativos. O acompanhamento prestado aos utentes ao longo do seu percurso profissional despertou-a para a problemática do envelhecimento e motivou-a a desenvolver projetos no âmbito do apoio físico, psicológico e social a idosos.

Sinopse:
   É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte…

Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver.
   E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma jóia valiosa – um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé – mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens …
   A Vendedora de Azevinho marca a aguardada estreia da autora bestseller Dilly Court em Portugal. Um romance pleno de ternura, perfeito para as longas noites de Inverno.

Opinião:
   Esta foi a minha primeira leitura de 2019 e fico contente que assim tenha sido. Desde que soube do lançamento deste livro, fiquei cheia de vontade de o ler. Tinha planeado fazer esta leitura no Natal, pois o tema era o ideal para essa época, mas não consegui e por isso iniciei o livro em Janeiro.
   Nunca tinha lido nada desta escritora mas fiquei surpreendida de forma positiva, pois as personagens que apresenta são muito fortes e descritas de forma clara, deixando desde logo estabelecido o papel de cada uma nesta narrativa.
   A personagem central, Angel, é admirável. Penso mesmo que é totalmente impossível não gostar de alguém tão forte, destemido e lutador, mas ao mesmo tempo doce e sensível, sempre com um grau de humanidade e humildade desconcertantes. 
   A construção da narrativa é muito interessante pois vai oscilando entre o passado e o presente. Existem diversas pontas soltas, que parecem não ter uma razão óbvia, mas que ao longo do livro vão sendo ligadas uma a uma, fazendo todo o sentido, e ainda acabam por adicionar um grau de suspense extra a este belíssimo romance.
   Neste livro estão presentes de forma muito clara a força da superação, todos os obstáculos que a vida vai colocando e que de alguma forma acabamos por transpor, as intrigas e vinganças que minam a vida de muitos, e ainda o poder da família e do amor.
   Esta é uma história ideal para ler durante o inverno, dá-nos um toque de magia natalícia e a mim fez-me agradecer ainda mais por ter tido sempre uma família maravilhosa do meu lado. A vida de Angel levou-me a reflectir um pouco sobre todas as coisas que temos, que à primeira vista parecem simples, por as darmos como adquiridas, mas que no fundo são as mais valiosas.
   A juntar a todos estes ingredientes, temos ainda algum romance, e posso desde já afirmar que me surpreendi um pouco pelo rumo que a vida amorosa de Angel tomou, ainda que pessoalmente tenho adorado o seu desfecho. 
   Recomendo a leitura deste romance a todos os fã deste género literário e a quem esteja à procura de um livro carregado de amor, esperança, superação e ternura.

Classificação:
Coleção: Poldark - volume II
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 496 
Dimensões / 235 x 33 x 157 mm 
ISBN / 9789892344034 
Editora / ASA

Ela despertou para uma nova vida. Um mundo desconhecido. Uma família desejada. Uma luta que não aceita perder.

   Demelza, a filha de um mineiro que Ross Poldark resgatou da miséria, acaba de dar à luz a filha de ambos. A pequena Julia traz-lhe uma felicidade imensa, mas essa alegria é ensombrada pela sua dificuldade em se adaptar aos novos costumes… do marido e da aristocracia. Também o fantasma de Elizabeth, a noiva “perdida” de Ross, continua muito presente na vida de ambos, ameaçando a frágil união.
   Ross, entretanto, dedica-se de corpo e alma à luta pelos direitos dos mais pobres e ganha, assim, um poderoso inimigo: o temível George Warleggan. 
   Conseguirá a força de vontade de Demelza penetrar as profundezas do coração do marido? Serão estes ventos de mudança suficientemente fortes para alimentar a débil chama de felicidade que Ross tanto lutou para acender?
   No seguimento de O Regresso de um Estranho, A Força de uma Mulher centra-se agora em Demelza, a protagonista feminina da série Poldark, uma das sagas históricas de maior sucesso da literatura contemporânea britânica e um fenómeno televisivo internacional da BBC.

O Autor
   Winston Graham nasceu em Inglaterra em 1908 e foi viver para a Cornualha aos dezassete anos. 
   Começou a escrever ainda jovem e nunca mais parou de o fazer. 
   Em 1963 foi nomeado cavaleiro da Ordem do Império Britânico. 
   Escreveu mais de trinta romances – traduzidos para mais de vinte línguas –, dos quais a saga Poldark se destaca. 
   Graham morreu em 2003, com 95 anos.






   No início desta semana mostrei-vos as minhas aquisições e hoje dou-vos a conhecer a minha frase favorita de cada uma das minhas leituras de Janeiro, e as palavras que penso que melhor descrevem esses livros.
   No mês de Janeiro, tive a oportunidade de ler 8 livros, menos três exemplares que no mês anterior, sendo que apenas um deles estava em formato ebook.
   Gostei de quase todos os livros que li mas dou especial destaque para o livro "Destemida", pois foi um livro que me surpreendeu e deixou-me desejar a rápida publicação dos próximos volumes. 
   Este mês tive uma pequena desilusão com as leituras, que chegou através do livro "Na Praia de Chesil". Foi uma leitura estranha, a forma de escrita não me cativou e a história pareceu contada à pressa. Ainda assim, já li livros piores e também não tinha as expectativas muito elevadas em relação a esta história.
   Deixo-vos então as frases escolhidas das minhas leituras de Janeiro que se encontram, como sempre, apresentadas pela ordem em que li os livros.

1. "A vendedora de azevinho", de Dilly Court
Frase: "Os homens são todos iguais. São como marionetistas e as mulheres é que dançam nas cordas."
Numa palavra: reviravoltas.

 2. "Já te disse que preciso de ti?", de Estelle Maskame
Frase: "É o problema com a distância: pode tornar mais fácil deixares para trás uma pessoa, ou, pelo contrário, fazer-te compreender quanto ela te faz falta."
Numa palavra: revelações.

3"Deixo-te para não te perder", de Taylor Jenkins Reid
Frase: "Porque fazemos isto? Porque subestimamos as coisas quando as temos? Por que motivo só prestes a perder alguma coisa vemos o quanto precisamos dela?"
Numa palavra: tempo.

4. "O segredo de Cibele", de Juliet Marillier

Frase: "As mulheres têm tanto para oferecer. É lamentável que os costumes sociais e as restrições religiosas limitem essas possibilidades."
Numa palavra: aventura.

5. "O egomaníaco", de Vi Keeland

Frase: "Lá porque estão a milhares de quilómetros de distância um do outro, não quer dizer que os vossos corações também estejam."
Numa palavra: relacionamentos.

6. "Na praia de Chesil", de Ian McEwan
Frase: "Uma personalidade implacável, o oportunismo nu e cru ou a sorte, podiam mudar o destino de milhões de pessoas..."
Numa palavra: medo.

7. "O mapa que me leva até ti", de J. P. Monninger
Frase: "Alguma vez ouviste alguém dizer que os livros são lugares que visitamos e quando nos cruzamos com alguém que leu os mesmos livros que nós, é como se tivéssemos viajado para os mesmos destinos?"
Numa palavra: viajar.

8. "Destemida", de Lesley Livingston
Frase: "Há apenas andar para a frente. Apenas amanhã. Nada de ontem, nada de andar para trás e nada acerca de um valor ter sido deixado, pelo que nada está verdadeiramente perdido."
Numa palavra: guerreiras.

   Como foram as vossas leituras em Janeiro? Já leram algum destes livros ou algum faz parte da vossa wishlist? Das frases que escolhi, qual foi a vossa favorita? Aguardo os vossos comentários.
    Até breve...