Já estamos na primeira quinta-feira de Julho, e as quintas-feiras são dias de vos trazer um post relacionado com a sétima arte. Através deste post têm, como sempre, acesso a todas as estreias de filmes que podem ver no cinema.
   Esta semana podem ver os seguintes filmes nas salas de cinema:

             
                 América em Chamas                                               Artemis: Hotel de Bandidos


              
                   Jogo da Apanhada                                                               Leviano


              
                  Na Praia de Chesil                                                       O Meu Amigo Pete


                
               Plano de Fuga 2: Hades                                         Semana Sim, Semana Não

   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes podem, como já é habitual, clicar nos respectivos títulos, ou cartazes, e serão redireccionados para a página de cada um deles. 
   Das estreias da semana, não tenho assim nenhum filme que me cative o suficiente para querer vê-lo nas salas de cinema.
   E vocês? Esperam assistir a algum destes filmes no cinema? Aguardo os vossos comentários.
   Até breve...

Coleção: Série Homens Perdidos - volume 1
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 432 
Dimensões / 235 x 28 x 160 mm 
ISBN / 9789897419676 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA

Um homem perigoso. Uma mulher que não resiste ao perigo.

   Órfão desde cedo, MICHAEL SCOTT viu-se obrigado a enfrentar a dureza e a solidão das ruas de Londres. Não tem memórias do passado mas é atormentado por terríveis pesadelos. É um solitário mas sente que há algo vital e precioso em falta na sua vida. O seu espírito indomável, porém, fez dele um vencedor. Tornou-se um homem rico, poderoso… e perigoso. Mas como pôde uma criança tão desprotegida singrar tão espectacularmente? Conseguirá um dia descobrir a verdade sobre si próprio?
   MAGDALENA WELLS dirige uma obra de caridade nos bairros mais degradados da cidade. Conhece bem a reputação de Michael, mas nem por isso deixa de sucumbir a uma espécie de feitiço quando finalmente se encontra frente a frente com ele. Michael é a pessoa mais extraordinária que ela alguma vez conheceu. Como pode um rufia ser tão distinto e bem-sucedido? Qual é a sua verdadeira história? Conseguirá Magdalena ajudá-lo a desvendar os segredos que ele tanto procura descobrir?
   E assim começa uma nova série da nossa favorita CHERYL HOLT. A Dama e o Vagabundo é o primeiro volume da saga Homens Perdidos, onde a autora tece habilmente uma história sobre a importância da família, do amor e da lealdade.

CHERYL HOLT
   Cheryl Holt é advogada, romancista e uma mãe de família que vive em Los Angeles. 
   Formada em Direito pela Faculdade de Wyoming, trabalhou num escritório de advogados e no gabinete do promotor distrital em Denver antes de se dedicar exclusivamente à escrita.
   A autora, considerada a rainha do romance sensual, foi distinguida com vários prémios, designadamente o de Melhor Romancista do Ano, atribuído pela revista Romantic Times Book Reviews. Noites de Paixão, foi eleito Top Pick pela publicação Romantic Times.

Estar solteiro incomoda muita gente, estar solteiro e feliz incomoda muito mais...

   Existe alguma coisa mais chata no mundo do que aquela pergunta da tua tia durante um almoço de família no domingo: “E os namoradinhos?”. Pois existe: é aquela pergunta de quem não te vê há meses, te encontra na rua e manda aquela frase que devia ter ficado apenas no pensamento: “E aí, estás a namorar?”

   Eu queria conseguir fotografar no momento a cara de decepção das pessoas quando respondo a essas perguntas com um “não”. E logo em seguida, vem uma ou várias daquelas falas típicas como se não ter namorado fosse um erro. “Ah mas tu és tão bonita/o, como assim não tens ninguém”, “Oh… quem muito escolhe acaba sendo escolhido”. Aposto que todos já fomos bombardeados com essas frases que nos causam todo o tipo de sensações, incluindo o riso, mas também o nojo.

   Depois de um tempo a gente cansa de dar sempre as mesmas respostas e as pessoas confundirem isso com desculpas. Não vejo problema algum em querer um tempo só para si, em querer se dedicar a um projecto ou querer viajar pelo mundo sem ninguém. Eu não preciso me casar aos 30, ter filhos, uma carreira profissional de sucesso, com tese de mestrado pronta e em preparação para defender o doutorado.

   Eu posso querer ficar em casa no feriado, me dedicando a actualizar as minhas séries ao invés do meu currículo. Eu posso gostar da companhia dos meus amigos, eu posso adorar ir ao cinema assistir a um romance e chorar, não como quem está desesperado por um amor, mas como quem simplesmente achou aquela história bonita e comovente. Eu prefiro um coração feliz a um coração machucado e, sinceramente, eu divirto-me imenso com as minhas séries.

   Essa visão errada das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão distorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refúgio, abrigo, por medo da solidão. As pessoas colocam a responsabilidade de serem felizes nas mãos do outro, achando que um relacionamento é a chave para aliviar toda a angustia, tristeza e dor. Antes de ser um bom par é fundamental ser um bom ímpar, gostar da sua própria companhia, gostar daquilo que tu vês no espelho todos os dias e da pessoa incrível que tu tens te tornado. É fundamental se conhecer a si próprio e se amar.

   As pessoas sempre irão arrumar um jeito de saber das “actualizações” da nossa vida. Hoje tu estás solteiro, então a pergunta será: “Quando é que tu vais namorar?”. E quando tu entras num relacionamento, surge outra questão: “Quando tu vais te casar?”. E depois de tu casares, vem o tal: “Quando vocês irão ter filhos?”, e por aí segue a lógica de quem parece preocupar-se e gostar muito de nós e das nossas vidas, quando na verdade, todas essas questões são apenas fruto da curiosidade alheia pela vida do outro.

   Estar num relacionamento não significa obrigatoriamente o mesmo que estar feliz. A gente sabe quando é e quando não é amor. Depois de tantos tombos a gente prefere dar um tempo como quem deseja se recompor. Depois de alguns “quases” a gente dá uma desacelerada, a gente opta por não embarcar numa aventura só porque o coração acelerou um pouco por alguém, porque a verdade é que o coração às vezes nos engana. Eu não quero laços, eu quero nós, porque laços se desfazem depois de um tempo, perdendo a sua forma bonita. E eu? Eu não quero um amor passageiro.

   Estar solteiro não é nem de longe o mesmo que solidão. Eu posso desejar hoje alguém, mas posso nem pensar nisso, pela rotina, pelo cansaço ou por falta de interesse mesmo. Posso encontrar alguém amanhã e começar uma história de amor, mas não sem antes começar essa história por mim mesmo, amando o meu próprio jeito de ser.

   Tudo tem o seu tempo certo. Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas e me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade.
   Eu dispenso as desculpas, a falta de interesse e o medo de embarcar. Eu quero alguém disposto, alguém que me traga certezas ao invés de dúvidas, alguém que apareça ao invés de desaparecer sem sequer dizer o porquê. Eu estou solteiro e estou feliz porque não há nada pior do que se sentir sozinho mesmo tendo uma “companhia”.

Texto de Thamilly Rozendo (originalmente publicado aqui)
Coleção: Série Entre Irmãos - volume 4
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 352 
Dimensões / 235 x 23 x 156 mm 
ISBN / 9789892342702 
Editora / ASA

   Miss Frederica (“Free”) Marshall está muito à frente do seu tempo. É editora de um jornal de apoio aos direitos das mulheres e está habituada a incomodar muita gente. Mas o problema é que agora há quem esteja mais incomodado do que o costume. E decidido a silenciá-la. Free precisa de ajuda... mas sabe que a sua única tábua de salvação pode acertar-lhe em cheio na cabeça. 
   Pois a única pessoa disposta a ajudá-la não o faz desinteressadamente. Abandonado pela família, Edward Clark tem os meios e a vontade de combater os inimigos de Free. Afinal, trata-se da sua odiada família. E que mal têm uma ou duas mentirinhas? A jovem Free não passa de um peão no seu plano de vingança…
   Mas Edward não contava que a fogosa rapariga lhe desse a volta à cabeça. Infelizmente, demorou demasiado tempo – e demasiadas mentiras – a perceber. Pois quando a mulher dos seus sonhos souber o quanto ele a enganou, ele vai perdê-la para sempre…

COURTNEY MILAN
   Courtney Milan publicou o seu primeiro romance em 2010. Desde então, os seus livros têm figurado sempre nas listas dos melhores da Publishers Weekly e da Booklist. É também autora bestseller do New York Times e do USA Today, e finalista do RITA Award.
   Mas Courtney nem sempre foi escritora. Licenciou-se em Físico-química e em Direito, e ainda trabalhou na área durante algum tempo. Hoje em dia, dedica-se à escrita a tempo inteiro e vive com o marido, um cão e um gato nas Montanhas Rochosas.