Coleção: Série Homens Perdidos - volume 1
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 432 
Dimensões / 235 x 28 x 160 mm 
ISBN / 9789897419676 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA

Um homem perigoso. Uma mulher que não resiste ao perigo.

   Órfão desde cedo, MICHAEL SCOTT viu-se obrigado a enfrentar a dureza e a solidão das ruas de Londres. Não tem memórias do passado mas é atormentado por terríveis pesadelos. É um solitário mas sente que há algo vital e precioso em falta na sua vida. O seu espírito indomável, porém, fez dele um vencedor. Tornou-se um homem rico, poderoso… e perigoso. Mas como pôde uma criança tão desprotegida singrar tão espectacularmente? Conseguirá um dia descobrir a verdade sobre si próprio?
   MAGDALENA WELLS dirige uma obra de caridade nos bairros mais degradados da cidade. Conhece bem a reputação de Michael, mas nem por isso deixa de sucumbir a uma espécie de feitiço quando finalmente se encontra frente a frente com ele. Michael é a pessoa mais extraordinária que ela alguma vez conheceu. Como pode um rufia ser tão distinto e bem-sucedido? Qual é a sua verdadeira história? Conseguirá Magdalena ajudá-lo a desvendar os segredos que ele tanto procura descobrir?
   E assim começa uma nova série da nossa favorita CHERYL HOLT. A Dama e o Vagabundo é o primeiro volume da saga Homens Perdidos, onde a autora tece habilmente uma história sobre a importância da família, do amor e da lealdade.

CHERYL HOLT
   Cheryl Holt é advogada, romancista e uma mãe de família que vive em Los Angeles. 
   Formada em Direito pela Faculdade de Wyoming, trabalhou num escritório de advogados e no gabinete do promotor distrital em Denver antes de se dedicar exclusivamente à escrita.
   A autora, considerada a rainha do romance sensual, foi distinguida com vários prémios, designadamente o de Melhor Romancista do Ano, atribuído pela revista Romantic Times Book Reviews. Noites de Paixão, foi eleito Top Pick pela publicação Romantic Times.

Estar solteiro incomoda muita gente, estar solteiro e feliz incomoda muito mais...

   Existe alguma coisa mais chata no mundo do que aquela pergunta da tua tia durante um almoço de família no domingo: “E os namoradinhos?”. Pois existe: é aquela pergunta de quem não te vê há meses, te encontra na rua e manda aquela frase que devia ter ficado apenas no pensamento: “E aí, estás a namorar?”

   Eu queria conseguir fotografar no momento a cara de decepção das pessoas quando respondo a essas perguntas com um “não”. E logo em seguida, vem uma ou várias daquelas falas típicas como se não ter namorado fosse um erro. “Ah mas tu és tão bonita/o, como assim não tens ninguém”, “Oh… quem muito escolhe acaba sendo escolhido”. Aposto que todos já fomos bombardeados com essas frases que nos causam todo o tipo de sensações, incluindo o riso, mas também o nojo.

   Depois de um tempo a gente cansa de dar sempre as mesmas respostas e as pessoas confundirem isso com desculpas. Não vejo problema algum em querer um tempo só para si, em querer se dedicar a um projecto ou querer viajar pelo mundo sem ninguém. Eu não preciso me casar aos 30, ter filhos, uma carreira profissional de sucesso, com tese de mestrado pronta e em preparação para defender o doutorado.

   Eu posso querer ficar em casa no feriado, me dedicando a actualizar as minhas séries ao invés do meu currículo. Eu posso gostar da companhia dos meus amigos, eu posso adorar ir ao cinema assistir a um romance e chorar, não como quem está desesperado por um amor, mas como quem simplesmente achou aquela história bonita e comovente. Eu prefiro um coração feliz a um coração machucado e, sinceramente, eu divirto-me imenso com as minhas séries.

   Essa visão errada das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão distorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refúgio, abrigo, por medo da solidão. As pessoas colocam a responsabilidade de serem felizes nas mãos do outro, achando que um relacionamento é a chave para aliviar toda a angustia, tristeza e dor. Antes de ser um bom par é fundamental ser um bom ímpar, gostar da sua própria companhia, gostar daquilo que tu vês no espelho todos os dias e da pessoa incrível que tu tens te tornado. É fundamental se conhecer a si próprio e se amar.

   As pessoas sempre irão arrumar um jeito de saber das “actualizações” da nossa vida. Hoje tu estás solteiro, então a pergunta será: “Quando é que tu vais namorar?”. E quando tu entras num relacionamento, surge outra questão: “Quando tu vais te casar?”. E depois de tu casares, vem o tal: “Quando vocês irão ter filhos?”, e por aí segue a lógica de quem parece preocupar-se e gostar muito de nós e das nossas vidas, quando na verdade, todas essas questões são apenas fruto da curiosidade alheia pela vida do outro.

   Estar num relacionamento não significa obrigatoriamente o mesmo que estar feliz. A gente sabe quando é e quando não é amor. Depois de tantos tombos a gente prefere dar um tempo como quem deseja se recompor. Depois de alguns “quases” a gente dá uma desacelerada, a gente opta por não embarcar numa aventura só porque o coração acelerou um pouco por alguém, porque a verdade é que o coração às vezes nos engana. Eu não quero laços, eu quero nós, porque laços se desfazem depois de um tempo, perdendo a sua forma bonita. E eu? Eu não quero um amor passageiro.

   Estar solteiro não é nem de longe o mesmo que solidão. Eu posso desejar hoje alguém, mas posso nem pensar nisso, pela rotina, pelo cansaço ou por falta de interesse mesmo. Posso encontrar alguém amanhã e começar uma história de amor, mas não sem antes começar essa história por mim mesmo, amando o meu próprio jeito de ser.

   Tudo tem o seu tempo certo. Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas e me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade.
   Eu dispenso as desculpas, a falta de interesse e o medo de embarcar. Eu quero alguém disposto, alguém que me traga certezas ao invés de dúvidas, alguém que apareça ao invés de desaparecer sem sequer dizer o porquê. Eu estou solteiro e estou feliz porque não há nada pior do que se sentir sozinho mesmo tendo uma “companhia”.

Texto de Thamilly Rozendo (originalmente publicado aqui)
Coleção: Série Entre Irmãos - volume 4
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 352 
Dimensões / 235 x 23 x 156 mm 
ISBN / 9789892342702 
Editora / ASA

   Miss Frederica (“Free”) Marshall está muito à frente do seu tempo. É editora de um jornal de apoio aos direitos das mulheres e está habituada a incomodar muita gente. Mas o problema é que agora há quem esteja mais incomodado do que o costume. E decidido a silenciá-la. Free precisa de ajuda... mas sabe que a sua única tábua de salvação pode acertar-lhe em cheio na cabeça. 
   Pois a única pessoa disposta a ajudá-la não o faz desinteressadamente. Abandonado pela família, Edward Clark tem os meios e a vontade de combater os inimigos de Free. Afinal, trata-se da sua odiada família. E que mal têm uma ou duas mentirinhas? A jovem Free não passa de um peão no seu plano de vingança…
   Mas Edward não contava que a fogosa rapariga lhe desse a volta à cabeça. Infelizmente, demorou demasiado tempo – e demasiadas mentiras – a perceber. Pois quando a mulher dos seus sonhos souber o quanto ele a enganou, ele vai perdê-la para sempre…

COURTNEY MILAN
   Courtney Milan publicou o seu primeiro romance em 2010. Desde então, os seus livros têm figurado sempre nas listas dos melhores da Publishers Weekly e da Booklist. É também autora bestseller do New York Times e do USA Today, e finalista do RITA Award.
   Mas Courtney nem sempre foi escritora. Licenciou-se em Físico-química e em Direito, e ainda trabalhou na área durante algum tempo. Hoje em dia, dedica-se à escrita a tempo inteiro e vive com o marido, um cão e um gato nas Montanhas Rochosas.

   À semelhança dos meses anteriores, Julho é mais um mês imensamente recheado de Feiras Medievais. Como já vem sendo habitual, selecciono para vocês todos estes eventos dos quais podem participar, de acordo com os vossos gostos ou proximidade. 
   Aqui fica então a lista das Feiras Medievais de Julho, que encontrei nas minhas pesquisas:

  • 29 de Junho a 01 de Julho - Moalde Medieval (São Mamede Infesta)
  • 29 de Junho a 01 de Julho - Feira à moda antiga (Amarante)
  • 29 de Junho a 01 de Julho - XII Festival Medieval de Elvas
  • 05 a 08 de Julho - Feira Medieval e Viking (Vila Nova de Famalicão)
  • 05 a 08 de Julho - Festa Templária (Tomar)
  • 06 e 07 de Julho - Festival Romano (Marco de Canaveses)
  • 06 a 08 de Julho -  Salgadela - A Batalha (Castelo Rodrigo)
  • 06 a 08 de Julho - Penedono Medieval 
  • 06 a 08 de Julho - Feira Medieval de Mem Martins 
  • 06 a 08 de Julho - Piratas (Leça da Palmeira)
  • 06 a 08 de Julho - Feira Medieval de Mões
  • 07 e 08 de Julho - O Reencontro de Valdevez (Arcos de Valdevez)
  • 07 a 09 de Julho – Festival Romano (Alter do Chão)
  • 12 de Julho a 5 de Agosto - Mercado Medieval de Óbidos 
  • 12 a 14 de Julho - Feira Castro Galaico (Nogueiró, Braga)
  • 12 a 15 de Julho - Feira Quinhentista de Sintra
  • 13 a 15 de Julho - Feira Medieval de S.Vicente de Braga 
  • 13 a 15 de Julho - Noites D'Encanto (Cacela Velha)
  • 13 a 15 de Julho - VI Feira Medieval do Mindelo
  • 13 a 15 de Julho - Recriação Histórica e Mercado Oitocentista (Vimeiro, Lourinhã)
  • 19 a 22 de Julho – Leiria Medieval
  • 20 a 22 de Julho - Feira Moura (Manteigas)
  • 20 a 22 de Julho - III Mercado Medieval de Paços de Ferreira
  • 20 a 22 de Julho - Recriação Histórica Mosteiro de Arouca
  • 20 a 22 de Julho - Galaicofolia (Vila Chã, Esposende) 
  • 20 a 22 de Julho - III Feira Histórica e Tradicional (Vilarinho do Bairro, Aveiro)
  • 20 a 22 de Julho - IX Jornadas Medievais do Douro (Canelas)
  • 25 a 29 de Julho - XV Feira Medieval de Caminha
  • 27 e 28 de Julho - II Feira Medieval de Constantim (Vila Real)
  • 27 a 29 de Julho - Medievalia (Mourão)
  • 27 a 29 de Julho - Feira Pirata (Rio Caldo, Gerês)
  • 27 a 31 de Julho - Feira Medieval de Alvor
  • 28 de Julho - Citânia Viva (Briteiros, Guimarães)

   Como foi o vosso mês de Junho em termos de feiras medievais? Tal como tinha mencionado, consegui estar presente na Feira Medieval de Alhos Vedros, que é mesmo muito próxima da minha zona de residência. Caso ainda não tenham visto o post com a minha opinião podem consultá-lo aqui
   No mês de Julho, gostaria de ter a oportunidade de visitar a Feira Quinhentista de Sintra que é sempre muito acolhedora e situa-se num local mágico! Se passar por lá, irei com toda a certeza partilhar a minha opinião convosco.
   E vocês? Estão a contar participar de alguma destas feiras que vão decorrer em Julho? Aguardo os vossos comentários!
   Até breve...