Sobreviveu 8 dias sozinha na selva a um acidente de avião com água da chuva

   Quando a jovem Annette Herfkens, uma das poucas traders internacionais em Wall Street, e o noivo embarcaram no voo Vietnam Airlines 474 em Ho Chi Minh City, eram apenas dois passageiros que iam para uma escapadela romântica, alheios ao momento fatídico que destruiria os seus sonhos para sempre. O avião caiu numa montanha, deixando Annette presa na selva vietnamita como única sobrevivente. O que se seguiu foi uma incrível história de sobrevivência, mistério e espírito superior. 
   Nesta história de vida, Annette descreve como sobreviveu oito dias sozinha na selva com apenas água da chuva para sustentá-la. Treze anos depois do acidente, Annette voltou ao Vietname para escalar a montanha, lançando uma nova luz sobre alguns mistérios que se mantinham desde essa altura. Através de flashbacks, Annette revela como usou as lições aprendidas na selva vietnamita para celebrar o seu filho autista na selva de Upper East Side, em Nova Iorque. 
   Este livro inspirador quebra tantas fronteiras como a própria protagonista. Observadora atenta, Annette escreve com humor franco e mordaz sobre a perda, o amor, a resiliência e a espiritualidade de uma forma refrescante e terra-a-terra. O seu livro permite-nos conhecer a mente e o coração de uma verdadeira sobrevivente.

   "A felicidade não é ter o que se quer, mas querer o que se tem."

   Tinham planeado um encontro romântico: Annette Herfkens, jovem trader bem-sucedida de Wall Street, visita o noivo no Vietname.
   No entanto, o fim de semana romântico transforma-se num pesadelo: o avião no qual o casal pretende voar até ao litoral choca contra uma montanha. Todos os ocupantes, exceto Annette, morrem. Sozinha, ela sobreviveu oito dias na selva… e aprendeu o que realmente é importante na vida...

   «Em Turbulência, Annette Herfkens coloca ideias e ensinamentos espirituais em prática (…) de uma forma concisa e fascinante.»
Deepak Chopra

   «Este é um livro para aqueles que querem ver para lá do milagre…»
Jackson Taylor, autor de The Blue Orchard

   «Uma história comovente de sobrevivência física e psicológica.»
Kirkus Reviews

   «Annette Herfkens conta a sua experiência como única sobrevivente de um acidente de avião no Vietname, com a perda do noivo (…). Escrevendo com honestidade e sagacidade sobre os muitos desafios que enfrentou como esposa, mãe, e profissional no mundo da banca, o seu espírito indomável inspira-nos.»
Mary Sue Rosen, autora de Africa Written Down

   Não me lembro se já tinha referido aqui no blog mas a verdade é que gosto muito de poesia, ainda que ultimamente não tenha lido muita coisa dentro deste género literário. No outro dia estava a ver algumas notícias e deparei-me com o site da Vortex Magazine que apresentava estes 5 poemas como sendo os mais belos que foram escritos em português. Posto isto, decidi partilhá-los aqui convosco.

1. O mostrengo - Fernando Pessoa

O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar; 

A roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!»

«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-Rei D. João Segundo!»


Três vezes do leme as mãos ergueu, 
Três vezes ao leme as reprendeu, 
E disse no fim de tremer três vezes: 
«Aqui ao leme sou mais do que eu: 
Sou um povo que quer o mar que é teu; 
E mais que o mostrengo, que me a alma teme 
E roda nas trevas do fim do mundo, 
Manda a vontade, que me ata ao leme, 
De El-Rei D. João Segundo!»


2. Língua Portuguesa - Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela
Amo-se assim, desconhecida e obscura
Tuba de algo clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!",
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!



3. Quando - Sophia de Mello Breyner

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta 
Continuará o jardim, o céu e o mar, 
E como hoje igualmente hão-de bailar 
As quatro estações à minha porta. 

Outros em Abril passarão no pomar 
Em que eu tantas vezes passei, 
Haverá longos poentes sobre o mar, 
Outros amarão as coisas que eu amei. 

Será o mesmo brilho, a mesma festa, 
Será o mesmo jardim à minha porta, 
E os cabelos doirados da floresta, 
Como se eu não estivesse morta.


4. Mar português - Fernando Pessoa

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu. 



5. Amor é fogo que arde sem de ver - Luís de Camões

Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se e contente;
É um cuidar que ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?



   Não sei se estes são efectivamente os poemas mais belos, pois poderia acrescentar aqui muitos outros, mas gosto imenso de alguns dos que se encontram nesta selecção. E vocês? Gostam de poesia? Conheciam estes poemas? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...

Onze contos misteriosos numa cidade em que cabem milhões de histórias.

   O longo caminho de regresso, de António Bizarro, é a mais recente novidade da chancela digital da Porto Editora e está agora disponível em coolbooks.pt e também na livraria virtual wook.pt. São onze contos passados numa cidade em que cabem milhões de histórias. Construída às margens do rio Árion, Saint Paul é uma urbe negra que surge da fusão entre São Paulo, Barreiro e Lisboa. Em O longo caminho de regresso, neste cenário cinzento e industrial, o leitor encontra contos inspirados por eventos reais – por exemplo, Johanna e os Demónios, baseado numa situação ocorrida em Portugal, no ano de 1933, numa aldeia que ficou conhecida pelo epónimo sinistro de Mataqueima – ou a presença de personagens recorrentes, como Tony Dornbusch, um escritor em busca de respostas e a projecção autobiográfica quase caricatural do autor.
   Dominada pela sombra do Instituto MacLaren, que parece insinuar uma nefasta influência nos incidentes misteriosos que acontecem por toda a obra, Saint Paul será palco de homicídios, exorcismos e confrontos pelo futuro da Humanidade.

Para ler um excerto deste ebook, clique nesta ligação.

O Autor
   António Bizarro nasceu em 1978 na cidade de São Paulo e cresceu no Barreiro. Actualmente vive em Pirescoxe, a meio caminho entre um castelo do século XV e uma oliveira milenar. Editou o seu primeiro livro de contos, Siamese Dream, em 2010. Integrou a compilação Seek and Thistroy! da Thisco Records, com o projecto de música electrónica City of Industry. Em 2015, lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, Opus I: Dark Room, disponível no seu blog Android:Apocalypse.

   Pelo 4º ano consecutivo o Mercado da Vila em Cascais volta a ser a Capital do Chocolate Artesanal. 
   Com uma área exclusiva de 500m2 destinada ao Chocolate Artesanal mais de 30 Expositores farão as delicias dos apreciadores do Chocolate 70% cacau, brownies variados, bombons, brigadeiros, trufas, fondant’s e, bombons biológicos. Espaço Infantil para os mais novos. 

PROGRAMA - MERCADO CHOCOLATE 2016

26 fevereiro | 6ª feira 
16h00| Abertura evento 
16h30| Inauguração exposição farois Santa Marta em chocolate 
Faróis de 1,5m decorados com chocolate Callebaut por vários chefs pasteleiros, que irão ficar expostos durante todo o evento. 
Chef Pasteleiro Francisco Siopa, Siopa Chocolatier 
Chef Pasteleiro Américo Santos 
Chef Pasteleiro Carlos Fernandes, Restaurante El Louco 
Chef Pasteleiro Francisco Moreira, Grupo Olivier 
Chef Pasteleiro Diogo Lopes, Penha Longa Hotel Golf Resort 
18h00 | Espaço infantil | Casa da Criança 
Atelier de "Brigacolors", onde as crianças poderão fazer e personalizar o seu brigadeiro. 
Atelier de modelagem com "Plasticina de Chocolate”. 
20h00 | SOBRE-A-MESA “A revolução do Chocolate”, acompanhada de musica de DJ 
Criação de uma mega sobremesa ao vivo por 3 prestigiados chefs pasteleiros e 1 chef de cozinha, com chocolate Callebaut e Ouro Gourmet 
Chef Pasteleiro Francisco Siopa, Chocolatier Siopa 
Chef Pasteleiro Joaquim Sousa, The Oitavos 
Chef Pasteleiro Diogo Lopes, Penha Longa Hotel Golf Resort 
Chef Joe Best, DA Cozinha 
21h00 | Música ao vivo 

27 fevereiro | sábado 
Estatuas vivas 
21h00 | Música ao vivo 

28 fevereiro | domingo 
11h00| Peça Infantil criada pelo grupo Quideias especialmente para o Mercado do Chocolate 
15h00 | Demonstração Callebaut - Espaço SIEMENS - Chef Pasteleiro António Marques, De Negro 
16h30 | Demonstração Callebault - Espaço SIEMENS - Chef Pasteleiro Diogo Lopes, Penha Longa Hotel Golf Resort 
18h00 | Demonstração Callebault - Espaço SIEMENS - Chef Joe Best, daCozinha | By JoeBest 

Mercado da Vila - Rua Padre Moisés da Silva Cascais 
Entrada Gratuita 

Organização: DNA Cascais – Empreendedorismo e Comércio | Câmara Municipal de Cascais 

Informações e imagem retiradas de Câmara Municipal de Cascais