Hoje tenho para vocês a segunda opinião relativa ao desafio
"Roda o Livro" que decorreu durante 2015.
No final deste post
irei deixar novamente o link para a opinião das outras participantes. A próxima
opinião, relativamente a este desafio, será publicada no
domingo dia 17 de Janeiro.
Opinião:
Posso dizer-vos que este foi o livro que menos gostei da maratona, se fizesse um top 4 este estaria em 4º lugar. Não é um mau livro e o facto de ter sido o que menos gostei encontra-se ligado ao meu gosto pessoal.
Contudo, gosto imenso da capa, é atractiva e enquadra-se bem na história do livro. As diferentes culturas apresentadas na história (Maia e Espanhola) também foi algo que achei muito interessante, nomeadamente os diversos termos hispânicos que surgem ao longo do livro. Tendo, por sua vez, uma linguagem simples com diversas expressões populares que tornam a leitura leve e acessível.
Penso que é impossível não gostar do personagem Júbilo que no início da história é bastante engraçado, inteligente, engenhoso e alegre. Com o passar da história surgem as dificuldades da vida e dos seus relacionamentos (que são um ponto importante no desenrolar dos acontecimentos) e este personagem muda bastante.
A história oscila entre o tempo passado, o presente e o futuro. Geralmente gosto deste tipo de narrativa mas penso que neste caso acaba por revelar demasiado o futuro dos personagens.
O livro apresenta-nos reflexões interessantes sobre o amor e formas de amar, materialismo e dinheiro, convenções sociais, diferenças económicas e a forma como estas afectam os relacionamentos.
A história mostra-nos ainda que a falta de comunicação e as conclusões precipitadas podem levar a rupturas e fortes enganos que poderiam perfeitamente ser evitados caso os assuntos fossem devidamente esclarecidos. Este é um ensinamento que podemos levar para o nosso dia-a-dia.
Um ponto que julgo ser menos positivo é que a história, a meu ver, é demasiado narrada/contada e existe pouca interacção directa/diálogo entre os personagens.
Nunca tinha lido nada desta escritora, não faz bem o meu género, mas é um bom livro e recomendo a leitura.
Opinião:
Posso dizer-vos que este foi o livro que menos gostei da maratona, se fizesse um top 4 este estaria em 4º lugar. Não é um mau livro e o facto de ter sido o que menos gostei encontra-se ligado ao meu gosto pessoal.
Contudo, gosto imenso da capa, é atractiva e enquadra-se bem na história do livro. As diferentes culturas apresentadas na história (Maia e Espanhola) também foi algo que achei muito interessante, nomeadamente os diversos termos hispânicos que surgem ao longo do livro. Tendo, por sua vez, uma linguagem simples com diversas expressões populares que tornam a leitura leve e acessível.
Penso que é impossível não gostar do personagem Júbilo que no início da história é bastante engraçado, inteligente, engenhoso e alegre. Com o passar da história surgem as dificuldades da vida e dos seus relacionamentos (que são um ponto importante no desenrolar dos acontecimentos) e este personagem muda bastante.
A história oscila entre o tempo passado, o presente e o futuro. Geralmente gosto deste tipo de narrativa mas penso que neste caso acaba por revelar demasiado o futuro dos personagens.
O livro apresenta-nos reflexões interessantes sobre o amor e formas de amar, materialismo e dinheiro, convenções sociais, diferenças económicas e a forma como estas afectam os relacionamentos.
A história mostra-nos ainda que a falta de comunicação e as conclusões precipitadas podem levar a rupturas e fortes enganos que poderiam perfeitamente ser evitados caso os assuntos fossem devidamente esclarecidos. Este é um ensinamento que podemos levar para o nosso dia-a-dia.
Um ponto que julgo ser menos positivo é que a história, a meu ver, é demasiado narrada/contada e existe pouca interacção directa/diálogo entre os personagens.
Nunca tinha lido nada desta escritora, não faz bem o meu género, mas é um bom livro e recomendo a leitura.










