"A marmelada mata"
As crónicas de Joana Machado Madeira ilustrados por Eduardo Madeira.
 
   Se estão à espera de encontrar aqui um livro de anedotas ou um repositório de piadas, podem ir gastar o vosso dinheiro no livro ao lado.
    Os contos da Joana Machado Madeira são engraçados, mas não são para rir. São a revelação inesperada de uma autora cheia de sensibilidade humana, com um surpreendente estilo narrativo próprio.
    Ao longo destas páginas, vão encontrar reflexões sobre a vida, sobre as personagens do bairro, sobre os pobres e os ricos, sobre as terras de Portugal, sobre o dinheiro e sobre a felicidade. Vão sorrir, mas mais importante do que isso, vão ficar a pensar e a matutar no que estão a ler.
    E descobrir que nasceu uma autora com uma visão fulminante sobre o mundo e com futuro na escrita.
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   Tenho tantos posts para vos trazer que até é difícil escolher por onde começar. Então, hoje decidi trazer-vos um resumo das minhas leituras de 2015. Foi um ano bastante produtivo em termos de leituras e habituei-me a utilizar o Goodreads para registar todas as minhas actividades nesta área.
   Conforme podem ver, pelos registos que fiz no Goodreads, li um total de 70 livros que equivaleram a 26,349 páginas. O livro mais pequeno que li foi "Uncovering Egypt", com 46 páginas, e o maior foi "After We Fell" com 848 páginas. Li estes dois livros na sua versão original, ou seja, em Inglês.

    O livro mais popular que li em 2015 foi "Cidades de Papel", mas curiosamente não foi um livro que me tenha cativado. Quanto ao livro menos popular foi "Yggdrasil", que por acaso até foi um livro que gostei mesmo muito.
   A minha média de avaliações aos livros ficou em 3,7, pois sou mesmo muito exigente e raramente dou mais do que 4 estrelas.
   Ainda segundo o Goodreads, o livro que li que apresenta a maior classificação foi "A Glória dos Traidores" com 4,71. Podem consultar todos os pormenores destes dados aqui
   Dentro do tema da literatura efectuei sempre um post mensal, que vou continuar a efectuar em 2016, com uma frase que escolhi de cada livro que li nesse mês. 
   Concluí, em conjunto com mais 3 leitoras, o desafio "Roda o Livro" que quem me acompanhou sabe que foi algo que me deu bastante prazer realizar. De momento estamos a publicar aos poucos as nossas opiniões sobre os 4 livros que foram lidos por nós as quatro (imagem abaixo). Relembro que essas opiniões irão sair a cada domingo mas a primeira já se encontra disponível no blog

   Por fim, deixo-vos a lista dos livros que li em 2015 que têm opinião escrita aqui no blog. Confesso que escrevi muito menos opiniões do que gostaria, pois li 70 livros, mas quem sabe não consigo fazer melhor agora em 2016.
"Perguntem à Alice" de Anónimo (opinião)
"Quando Aqui Estavas" de Daisy Whitney (opinião)  
"Eleanor & Park" de Rainbow Rowell (opinião
"Eu e as mulheres da minha vida" de Tiago Rebelo (opinião
"Aqui e Agora" de Ann Brashares (opinião)
"A Luz do Fogo" de Sophie Jordan (opinião
"Tão Veloz como o Desejo" de Laura Esquível (opinião)
"Por ti, Resistirei" de Júlio Magalhães (opinião
"Orgulho e Prazer" de Sylvia Day (opinião)
        Em breve irei trazer-vos um post com os desafios literários a que me proponho em 2016, mas ainda estou a ponderar alguns por isso será algo que só irei mostrar-vos mais tarde.
       E vocês? Como foi o vosso ano de 2015 em livros? 
       Até breve...
       Em cerimónia realizada ontem, às 11h, na Biblioteca Municipal José Saramago, em Loures, a Porto Editora anunciou a PALAVRA DO ANO® 2015 eleita pelos portugueses: “refugiado”.
    Foram mais de 20.000 os participantes na eleição da PALAVRA DO ANO® 2015, que decorreu através do site www.palavradoano.pt do dia 1 ao dia 31 de Dezembro último.
       A palavra “refugiado” foi eleita com 31% dos votos, seguida por “terrorismo” (17%) e “acolhimento” (16%). Os resultados obtidos pelas 10 palavras candidatas nesta edição são:


       De lembrar que a palavra “refugiado” foi integrada na lista das 10 candidatas considerando o impacto que teve, ao longo de 2015, o êxodo massivo de pessoas rumo à Europa, provenientes de regiões onde se verificam graves conflitos militares, em processos migratórios altamente perigosos e que muitas vezes têm um final trágico.
       
       No Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, a palavra “refugiado” apresenta-se da seguinte forma:

    refugiado
    re.fu.gi.a.do
    [ʀəfuˈʒjadu]
    adjectivo, nome masculino
    1. que ou pessoa que se refugiou ou abrigou
    2. que ou pessoa que abandonou o seu país para escapar a guerra, fome, condenação, perseguição, etc. e que encontrou refúgio noutro país
    Particípio passado de refugiar

        Esta foi a sétima edição da PALAVRA DO ANO®, uma iniciativa com a marca registada da Porto Editora que tem como principal objectivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida.
       A lista de palavras candidatas a PALAVRA DO ANO® é produto do trabalho permanente de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa, levado a cabo pela Porto Editora, através da análise de frequência e distribuição de uso das palavras e do relevo que elas alcançam, tanto nos meios de comunicação e redes sociais como no registo de consultas online e mobile dos dicionários da Porto Editora, tendo também em consideração as sugestões dos portugueses através do site www.palavradoano.pt.
       A partir de agora, inicia-se o trabalho que conduzirá à definição das 10 palavras candidatas a PALAVRA DO ANO® 2016.
       Hoje vou começar a publicar as opiniões relativas aos 4 livros do desafio "Roda o Livro" que decorreu durante 2015, englobou 4 livros e 4 pessoas no total.
       Este é o primeiro que vai ter as nossas opiniões e no final deste post irei deixar o link para a opinião das outras participantes. As próximas opiniões, relativamente a este desafio, serão sempre publicadas aos domingos.


    Opinião:
       Confesso que este foi o segundo livro que menos gostei da maratona, se fizesse um top 4 este estaria em 3º lugar. O livro tem na realidade alguns pontos muito bons mas creio que é mesmo uma questão de gosto pessoal pois já li outro livro deste escritor (Um Homem Escandaloso) e não me cativou especialmente.
       Contudo, gostei do facto da história ser contada do ponto de vista de um personagem masculino. Esse personagem é acomodado com a sua vida e demonstra claros sinais de baixa auto-estima e insegurança. O seu envolvimento com mais do que uma pessoa em simultâneo, é um tema explorado no livro que pode dar uma lição de vida importante. 
       É a típica história de um homem sem objectivos de vida que vive de aparências e pensa que o facto de enganar a mulher faz dele um homem muito importante aos olhos dos outros. Na minha opinião, neste livro, é colocado em evidência o "lado mais negro" do género masculino. 
       O autor coloca ainda em destaque o típico medo de envelhecer, e de tentar arranjar formas de o colmatar, inserindo também alguns termos referentes à área da psicologia ao longo do livro, tal como acontece no outro livro que li deste autor, por isso penso que deve ser algo recorrente na sua escrita. 
       Pode ainda dizer-se que a escrita é por vezes um pouco sarcástica, o que a torna leve e divertida, onde são utilizadas expressões tipicamente portuguesas e estereótipos e pensamentos típicos de Portugal. 
        Neste livro cabe a máxima: não troques o que sempre quiseste na vida pelo que queres no momento, pois o momento passa e a vida continua. 

    Opinião da Sofia Carmo  

       Ps: O que acham da nova imagem do blog? Ano novo, imagem nova! A foto utilizada é minha, com um livro no colo, e foi tirada no Verão passado. Espero que gostem!