A Presidência da República volta a organizar mais uma Festa do Livro em Belém, onde haverá música, filmes, teatro e claro… livros!

   De 29 de Agosto a 1 de Setembro, os jardins do Palácio de Belém recebem mais uma edição da Festa do Livro em Belém, uma iniciativa organizada pela Presidência da República. Os grandes nomes no cartaz musical deste ano são os D.A.M.A. e os Xutos e Pontapés, que o público vai poder ver sem pagar bilhete!

   O festival que leva os livros aos jardins do Palácio de Belém tem este ano a sua quarta edição e mantém o firme propósito de divulgar os autores de língua oficial portuguesa. Além da literatura, representada por 45 editoras com as suas bancas espalhadas pelo recinto, fazem parte da iniciativa os debates, a exibição de filmes como a curta-metragem “Sophia de Mello Breyner Andresen”, a programação infantil, animação de rua, um espectáculo sobre “A Menina do Mar” e street food.

A entrada é livre, sujeita à capacidade do recinto.

Texto retirado de Expresso do Oriente

   «Eu enterrei-te. Estivemos junto à tua lápide no cemitério. Chorámos e despedimo-nos. Mas eu nunca deixei de te amar. Procurei-te em todas as multidões, em todos os rostos, em todos os autocarros, em todas as ruas. Ano após ano.»

   Stella Widstrand é uma psicoterapeuta respeitada. Casada com um homem carinhoso, mãe de um rapaz de 13 anos, com uma casa invejável e um bom carro, parece ter tudo para ser feliz. Porém, há no seu passado um terrível acontecimento que nunca foi verdadeiramente superado.
   Quando um dia Stella vê entrar no seu consultório a jovem Isabelle, suspeita de que se trata na realidade de Alice, a sua filha desaparecida durante um passeio em família cerca de vinte anos antes, e que todos julgavam morta.
   Mas será realmente a filha de Stella? Estará a imaginação a pregar-lhe mais uma partida? Como poderá confirmar tal suspeita sem que a considerem louca? E se Isabelle for mesmo a sua filha, o que lhe aconteceu afinal? Como desapareceu? Para obter respostas, Stella inicia uma busca obsessiva pela verdade, colocando em risco a vida que levou vinte anos a construir.

   Elisabeth Norebäck estreia-se na escrita com um thriller psicológico inquietante que evoca o amor maternal e o maior medo que uma mãe pode sentir: o da perda de um filho.
   Em Diz-Me Que És Minha, o leitor assiste à luta entre prudência e loucura, passado e presente, ilusão e realidade, mas sobretudo entre vida e morte.

A Autora
   Elisabeth Norebäck vive em Estocolmo com o marido e os três filhos.
   Tem um Mestrado em Engenharia pelo KTH Royal Institute of Tecnology.
   Diz-me Que És Minha é o seu primeiro livro. Durante a licença de maternidade, Elisabeth Norebäck imaginou o pior pesadelo de uma mãe: o desaparecimento de um filho. Incentivada pelo marido, começou a escrever e, quase dois anos depois, terminou o livro.
Ainda antes do lançamento na Suécia, os direitos de publicação deste thriller psicológico já haviam sido vendidos para 27 países. Em 2018, Diz-me Que és Minha esteve nomeado para o Crimetime Specsavers Award, na categoria de Melhor Estreia do Ano.
Sinopse:
   O objectivo é fazer-te agarrar quem merece estar na tua vida e largar quem nada faz por estar nela.
   Este é um livro sobre o leitor. Sobre todas as pessoas que não conseguem expressar por palavras o que vai dentro delas. A missão de Raul Minhalma é dar voz aos corações que sofrem e às mentes que sonham e não querem deixar de acreditar no amor e na vida. É fazer o leitor sentir-se ouvido, compreendido e confortado, na dor ou na alegria. 
   Larga Quem Não Te Agarra é composto por 500 textos com os relacionamentos como tema central. Pretende expor as angústias pelas quais todos passamos mas também, e acima de tudo, invocar o amor pelo próximo e por si mesmo. Este livro tem o poder de mudar a forma como nos relacionamos com os outros e como encaramos a vida. Quem absorver cada uma das suas palavras será uma pessoa mais forte e confiante quando chegar à última página.

Opinião:
   Este ano, tenho tentado ler mais alguns autores portugueses pois penso que temos que valorizar o talento nacional. Após ouvir falar imenso sobre este autor, decidi dar uma oportunidade à sua escrita e comprei este livro em segunda-mão sem saber muito bem o que esperar.
   Este livro é, na verdade, uma compilação de diversos textos escritos por Raul Minh'alma. É um só volume que acaba por conter várias histórias, com vários temas. 
   O grande mote deste livro, e dos seus diversos textos, são os relacionamentos. Contudo, dentro deste grande tema, temos muitos outros subtemas que se entrelaçam no grande tema central. Este livro consegue englobar amor, desamor, tristeza, solidão, revolta, entendimento e acima de tudo reflexões muito profundas.
   É inevitável que, ao longo da leitura, nos identifiquemos com alguns textos e fiquemos a sentir que poderiam ter sido escritos por nós ou para nós. Esse é, para mim, um dos pontos mais fortes e interessantes deste livro.
   Não sei se foi o livro ideal para começar, ou se os outros romances do autor serão muito diferentes deste volume, mas posso dizer que gostei muito deste meu primeiro contacto com a escrita de Raul Minh'alma.
   Se fosse pegar agora neste livro, teria provavelmente intercalado esta leitura com outras. Penso que se o tivesse feito teria tido mais tempo para digerir certos textos e reflectir de forma mais profunda sobre eles. Este é, a meu ver, o livro ideal para se ir lendo aos poucos e voltar a reler algumas passagem quando estamos a sentir ou a passar por uma fase semelhante à descrita nestes textos.
   Esta acabou por ser uma leitura surpreendente que me deixou muito curiosa para ler outros livros deste autor, que julgo ainda ter muito para dar à literatura nacional.
   Recomendo a todos os que gostam de um livro que leve à reflexão e tenham  especial interesse numa leitura sobre relacionamentos e a sua complexidade.

Classificação:

   Encontrei esta arte no facebook e não resisti em partilhar convosco. Parabéns ao artista que fez este trabalho maravilhoso.
   Porque a humanidade gera a sua própria queda, e o ser humano consegue ser muito desumano.
   Esta situação, além de tantas outras onde falta humanidade, entristece-me e revolta-me profundamente.
   Por um mundo mais humano e com mais respeito pelos animais, plantas, planeta e até uns pelos outros.
   Desculpem lá o desabafo, mas hoje tinha mesmo que ser.
   Até breve...
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 168 
Dimensões / 235 x 12 x 156 mm 
ISBN / 9789897801686 
Editora / OFICINA DO LIVRO

   Beatriz é uma mulher, igual a tantas outras, que perdeu os seus sonhos, depois de uma existência dedicada à família.
   Encontra-se a meio da vida — se é que existe um meio em cada vida —, sente-se realizada profissionalmente, é pouco ambiciosa, tem dois filhos adolescentes e um marido com quem foi perdendo o diálogo e um motivo razoável para ficarem juntos; a somar a tudo isto, passa a ter a seu cargo a mãe, doente oncológica.
   Este auge de dor irá transformá-la, criando nela uma metamorfose — algo de que, por vezes, todos nós precisamos para alterar o rumo da nossa vida e dar-lhe sentido.

A autora
   Ana Isabel Silvestre nasceu em Lisboa, em 10 de Junho de 1967. Em criança, costumava escrever pequenos livros que nunca terminava, mas que dava à família para ler. Viveu durante dois anos no Faial, onde trabalhou como jornalista no Correio da Horta. Foi, até Janeiro de 2005, responsável pelo Departamento de Recursos Humanos do jornal O Independente. Publicou o primeiro romance em Outubro de 2013, com o título de Eu sabia, estava escrito. Seguiram-se-lhe Água e Sal, Apaixona-me e Sinto-Te. Segunda-feira é o seu quinto livro. É casada, tem três filhos.

Sinopse:
   O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início…
   Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
   Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
   Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
   Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
   Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
   Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…

Opinião:
   Este é o primeiro livro, desta escritora, que tenho oportunidade de ler. O título chamou-me logo à atenção, como é normal, e ao ler a sinopse fiquei convencida que seria uma leitura agradável e divertida. O facto é que as minhas expectativas acabaram por se cumprir.
  Penelope Bloom traz-nos uma história contada em duas perspectivas diferentes, ora de Natacha, ora de Bruce. Sempre gostei de livros narrados com várias vozes, dão-nos uma história sempre muito mais rica do que sendo apenas unilateral. O facto de serem vozes de géneros distintos, feminino e masculino, torna o livro ainda mais interessante em termos de narrativa.
   A escrita é fluída e cativante, ficamos agarrados nas primeiras páginas e queremos descobrir rapidamente como é que a história se vai desenvolvendo e como vai terminar. Foi um livro que li em tempo recorde.
   Este é uma história com cenas divertidas, gostei muito do lado mais instável e problemático de Bruce e adorei a capacidade de desafio de Natacha. Apesar de algumas situações e desenvolvimentos serem previsíveis e até um pouco cliché, existem outros pontos mais profundos na história que me surpreenderam pela positiva e acabam por equilibrar um pouco mais a narrativa.
   Penso que algumas questões poderiam ser um pouco mais polidas e trabalhadas, de forma a evitar algumas incongruências que pude constatar ao longo da leitura. Contudo, estas pequenas lacunas acabam por não afectar a narrativa principal de forma muito significativa.
   Apesar destas pequenas questões que não me agradaram a 100%, esta acabou por ser uma leitura leve e agradável que me deixou a desejar ler mais livros desta escritora, nomeadamente o seu mais recente romance que já chegou a Portugal intitulado "A Cereja Dela". Quero dar mais uma oportunidade à sua escrita pois tem bons elementos que, a meu ver, só precisam de ser abordados de forma mais polida.
   Recomendo a todos os que pretender ler um livro leve, com romance e um toque de humor. 

Classificação:
Colecção: Quarteto Smythe-Smith - volume III
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 320 
Dimensões / 235 x 21 x 155 mm 
ISBN / 9789892345741 
Editora / ASA

Ele acha-a enervante…
   Se há coisa que Hugh Prentice não suporta é uma mulher teatral. Ele é um génio da matemática, um homem sério e pouco dado a dramatismos. Lady Sarah Pleinsworth representa tudo aquilo que ele detesta. Claro, ela até pode ter os seus encantos, mas depois do duelo que o deixou marcado para sempre, Hugh já desistiu de procurar o amor.

Ela acha que ele é doido varrido…
   Sarah nunca perdoará Hugh pelo mal que causou à família dela. E mais, não quer ter NADA a ver com esse homem. E não, não é por causa do ferimento na perna, longe disso... é que ele é simplesmente de-tes-tá-vel! 

   Mas quando ambos se vêem forçados a passar uma semana juntos, depressa percebem que as primeiras impressões não são de fiar. E quando o primeiro beijo dá lugar ao segundo e ao terceiro, o brilhante matemático acaba por lhes perder a conta... e a jovem, por uma vez na vida, fica sem fala.

   Terceiro volume do quarteto Smythe-Smith, A Soma de Todos os Beijos é uma obra hilariante e tremendamente romântica, bem ao estilo de Julia Quinn.

A Autora
   Mal terminou o seu curso universitário, Julia Quinn começou a escrever e, para alegria dos seus inúmeros fãs em todo o mundo, nunca mais parou. 
   Traduzidos para vinte e seis línguas, todos os seus romances integram de imediato a lista de bestsellers do New York Times, com especial destaque para a Série Bridgerton. 
   A autora venceu já dois prémios Romantic Times e três Prémios RITA da Romance Writers of America, tendo sido a mais jovem autora a entrar para o Hall of Fame dessa associação.
   Vive com a família na costa oeste dos Estados Unidos.
Uma aventura de Lorenzo Falcó
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 336 
Dimensões / 236 x 22 x 156 mm 
ISBN / 9789892345789 
Editora / ASA

   Será o Guernica, tal como o conhecemos, o verdadeiro quadro que Picasso pintou?
   Na primavera de 1937, Espanha está em guerra civil. Porém, longe dos campos de batalha também se luta, ainda que na sombra. Lorenzo Falcó tem a seu cargo uma missão dupla, desta feita em Paris: desacreditar o herói comunista Leo Bayard perante os seus camaradas soviéticos, e evitar a todo o custo que o quadro que Picasso está a pintar seja exibido na Exposição Universal de Paris.
   Embora soprem já os ventos da guerra que assolará a Europa, a música continua a tocar; e a arte, os negócios e a vida social ocupam os intelectuais, os refugiados e os activistas. 
   Acostumado ao perigo e à acção, Falcó move-se agora num mundo em que a luta é ideológica. É um mundo que lhe é estranho e no qual terá de recorrer aos seus métodos muito próprios.
   Mestre do politicamente incorrecto, Pérez-Reverte termina com Sabotagem a trilogia protagonizada pelo anti-herói Falcó. E volta a brindar-nos com um belíssimo romance de espionagem. Um retrato fiel da época pleno de diálogos mordazes, situações rocambolescas e aventuras trepidantes.

O Autor
   Arturo Pérez-Reverte nasceu no ano de 1951 em Cartagena. 
   Licenciado em Ciências Políticas e Jornalismo, trabalhou durante doze anos no jornal Pueblo e nove nos serviços informativos da Televisão Espanhola (TVE), sendo especialista em temas de terrorismo, tráficos ilegais e conflitos armados. 
   Foram muitos os prémios que ganhou na área da reportagem, nomeadamente o Prémio Astúrias de Jornalismo pela cobertura para a TVE da guerra da ex-Jugoslávia. 
   Há já alguns anos, este jornalista de profissão dedica-se exclusivamente à literatura.
Colecção: Millennium - volume 6
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 392 
Dimensões / 234 x 26 x 157 mm 
ISBN / 9789722068086 
Editora / DOM QUIXOTE

A Rapariga Que Viveu Duas Vezes – SEXTO E ÚLTIMO VOLUME DA SÉRIE MILLENNIUM iniciada por Stieg Larsson – é uma narrativa atual, que combina escândalos políticos e jogos de poder com novas tecnologias, genética, expedições dramáticas ao cume do Evereste, e “fábricas” de trolls que criam e difundem notícias falsas, responsáveis por influenciar resultados de eleições ou denegrir a imagem de proeminentes figuras públicas. 
Um final épico, em que não faltam o humor e situações levadas ao extremo por Lisbeth Salander que, como sempre, na defesa dos seus princípios, não olha a meios nem recorre a métodos convencionais. 

Os Autores
   Stieg Larsson (1954-2004) foi jornalista e editor responsável da revista Expo. Foi um dos maiores peritos mundiais no estudo de movimentos antidemocráticos, de extrema-direita e nazis. Morreu subitamente, pouco tempo depois de entregar à sua editora sueca os três volumes da trilogia Millennium. Tragicamente, não viveu para assistir ao fenómeno mundial em que a sua obra se transformou.



   David Lagercrantz (n. 1962 , Solna, Suécia) é um escritor, jornalista e conferencista sueco. A sua obra mais conhecida é a biografia do futebolista sueco Zlatan Ibrahimović, escrita em conjunto por ele e pelo biografado, com o título Jag är Zlatan Ibrahimović (literalmente: Eu sou o Zlatan Ibrahimović), publicada em 2011, e traduzida para 4 línguas estrangeiras.
   Em 2013, David Lagercrantz recebeu da editora Norstedts a incumbência de escrever uma continuação da Trilogia Millennium de Stieg Larsson. O novo romance policial recebeu o título Det som inte dödar oss (literalmente: O que não nos mata), e foi publicado em 2015.

   Já há muito tempo que não vos trazia uma Tag, gosto imenso destes desafios e encontrei esta no blog "Até a última página", que já sigo há algum tempo.
   Vamos então às perguntas e respectivas respostas.  


1 – Tens obsessão em comprar livros?
Talvez um pouco... quando saem livros que quero ler não descanso enquanto não os compro.

2 – Quando, onde e quantas vezes compras livros? Vais sozinho ou acompanhado?
Compro alguns livros por mês, sem número certo, depende das oportunidades que surgem. Actualmente faço a maioria das compras online, logo sozinha.

3 – Qual o aspecto que te atrai num livro? Tens algum género que procures mais?
A capa é a primeira coisa que me chama à atenção e depois a sinopse. De momento leio todos os géneros.

4 – Preferes livros novos, usados ou a mistura de ambos?
Uma mistura de ambos. Alguns livros faço questão de comprar novos mas, para poupar dinheiro, também compro muitos livros usados.

5 – Quanto estás disposto a gastar com livros por mês?
Depende, não tenho um valor fixo, vou aproveitando as oportunidades que surgem.

6 – Alguma vez te obrigaste a parar de comprar livros?
Sim, quando vejo que o orçamento já não permite ou tenho muitos à espera na estante.

7 – Quanto tempo demoras a ler os livros recém comprados?
Depende do livro. Se estou muito ansiosa para o ler, leio-o imediatamente, caso contrário levo mais algum tempo.

8 – Preferes comprar muitos livros pequenos e caros ou livros grandes e baratos?
Mais uma vez depende do livro em si, o tamanho não importa e o preço é questão de ajustar com o orçamento disponível.

   Espero que tenham gostado. Sintam-se à vontade para responder também à Tag, caso estejam interessados.
   Até breve...
Colecção: Anjos Caídos - volume 7
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 408 
Dimensões / 235 x 27 x 156 mm 
ISBN / 9789897801747 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA

   Da autora n.º1 do New York Times, chega-nos o explosivo final da série Anjos Caídos. 
Sete pecados mortais. Sete almas em perigo. E para salvá-las apenas um homem, metade anjo, metade demónio...
   Jim Heron, o salvador relutante, entregou-se de corpo e alma à sua missão de salvar a Humanidade. Mas Jim subestimou o poder da sua adversária, a astuta Devina, e está prestes a perder tudo...
   ...até mesmo Sissy Barton, a jovem inocente que ele libertou do Inferno. Jim está determinado a protegê-la a todo o custo, e Devina não vai descansar enquanto não se aproveitar da sua fraqueza. 
   Ao lançar-se numa missão suicida nas sombras do Purgatório, a única esperança de Jim reside no amor verdadeiro. Mas conseguirá um homem sem coração e sem alma ser salvo por algo em que não acredita?
   Com IMORTAL, chega agora ao fim a aclamada série de J.R. Ward, que coloca em confronto anjos e demónio, o Bem e o Mal, numa saga intensa, escaldante... e inesquecível!

A Autora
   J. R. Ward vive no Sul dos Estados Unidos, com o seu marido incrivelmente generoso e o seu amado golden retriever. Depois de se ter formado em Direito, começou a sua vida profissional na área da saúde, em Boston, tendo passado muitos anos como chefe de equipa de um dos centros clínicos do país. A escrita foi sempre a sua paixão, e a sua ideia de Céu é um dia inteiro com mais nada além do seu computador, o seu cão e a caneca de café.

   Na semana passada mostrei-vos as minhas aquisições e hoje dou-vos a conhecer a minha frase favorita de cada uma das minhas leituras de Julho, e as palavras que penso que melhor descrevem esses livros.
   No mês de Julho, li apenas dois livros em formato ebook. As férias foram mesmo um momento para desligar de tudo e com a leitura não foi diferente.
   Gostei dos dois livros que li e não destaco nenhum deles em especial, ambos cumpriram as minhas expectativas e foram leituras agradáveis.
   Deixo-vos então as frases escolhidas das minhas leituras de Julho que se encontram, como sempre, apresentadas pela ordem em que li os livros.

1. "Boomer's Bucket List", de Sue Pethick
Frase: "A minha experiência diz-me que não são as pessoas que escolhem o cão. É o cão que as escolhe."
Numa palavra: cão.

 2. "The Picture of Dorian Gray", de Oscar Wilde
Frase: "A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é ceder-lhe."
Numa palavra: quadro.

   Como foram as vossas leituras em Julho? Já leram algum destes livros ou algum faz parte da vossa wishlist? Das frases que escolhi, qual foi a vossa favorita? Contem-me tudo nos comentários.
    Até breve...

   Olá a todos.
   Há alguns dias actualizei a parte mais estética do blog, imagem e template, mas agora tenho estado a separar conteúdos novos que quero começar a postar. 
   Tenho muito material relativo a viagens que tenho que organizar devidamente, de forma a trazer algo coerente, e este processo vai de certo levar algum tempo. Contudo, estou decidida a fazê-lo e espero que fiquem tão entusiasmados como eu já estou.
   Caso ainda não tenham dado conta, já deixei de trazer o post das estreias da semana pois deixou de me fazer sentido e estava a ocupar um dia fixo semanal que posso utilizar para muitos outros temas. 
   Posso desde já referir também que irei manter todas as rubricas relacionadas com a literatura, pois é um tema que adoro e tem um grande peso na minha vida. 
   Continuarei a actualizar-vos, de forma frequente, sobre todo este processo de mudança. Obrigada por todo o carinho.
   Até breve...
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 384 
Dimensões / 236 x 25 x 157 mm 
ISBN / 9789892346038 
Editora / ASA

Um magnata sem escrúpulos.
   Foi graças à sua ambição desmedida que Rhys Winterborne encontrou um lugar entre os ricos e poderosos de Londres. Rhys subiu a pulso na vida e está habituado a conseguir alcançar todos os seus objectivos. Todos... excepto o de casar com Lady Helen Ravenel. Ela é tímida, reservada, uma verdadeira aristocrata. Rhys deseja-a como nunca antes desejou ninguém. Estará ele perante a única mulher capaz de lhe partir o coração?

Uma beldade recatada.
   Helen tem vivido afastada da tumultuosa e cínica sociedade londrina. A sua educação esmerada esconde, porém, um temperamento fogoso. Helen pode ser ingénua, mas não é imune à sedução de Rhys. E quando os inimigos dele conspiram para o derrubar, a jovem confronta-se consigo mesma e com o seu segredo mais sombrio. Se o partilhar com Rhys, o perigo é inimaginável... mas a recompensa também.
   Estará ela preparada para arriscar uma vida inteira de felicidade?

   Depois de Implacável, Uma Provocação vem apenas confirmar o talento de Lisa Kleypas como contadora de histórias românticas... e deixa-nos a ansiar por mais.

A Autora
   Lisa Kleypas tem um percurso bastante versátil. É licenciada em Ciência Política e foi vencedora do concurso de beleza Miss Massachusetts em 1985. Iniciou-se na escrita aos 21 anos, com a publicação do seu primeiro romance. Hoje em dia, as suas obras estão traduzidas para mais de 20 línguas, e tornam-se best sellers instantâneos, fazendo com que a autora seja presença constante nas nomeações para os prémios RITA. É casada e tem dois filhos, e vive actualmente no estado de Washington.

   Prefiro uma solidão digna a uma falsa companhia! Alcançar um equilíbrio individual e ser feliz sozinho é a única maneira de poder ser feliz acompanhado. Não devemos procurar um parceiro que nos complete, e sim alguém que nos complemente.
   É possível que tu já saibas o quão mau é viver com uma falsa companhia por já teres passado por isso.
   Há pessoas que priorizam a si mesmas, que procuram interesses próprios e que nem sempre praticam a sinceridade ou a autenticidade. E isso, sem dúvida, dói e nos causa efeitos secundários.
   As nossas relações sociais e afectivas nem sempre são como pensávamos no começo. No entanto, uma má experiência não deve fazer com que deixemos de confiar, nem com que deixemos de acreditar na nobreza e na autenticidade das pessoas.
   Por outro lado, também sabemos que uma das sensações mais desoladoras que existe é sentir solidão mesmo estando ao lado da pessoa que amamos. Assim, em algumas ocasiões, há quem enfatize ou defenda que “é preferível uma solidão digna do que uma falsa companhia”.
   Há um aspecto que deveríamos definir: as relações infelizes nem sempre se baseiam no fato de que um dos dois oferece uma falsa companhia ou demonstra ter atitudes egoístas ou limitantes.
   Há quem “não saiba amar”, há quem não entenda o que é compartilhar, o que é atender às necessidades do parceiro, e o que é cuidar dos detalhes de um compromisso que deve ser incentivado a cada dia e nos pequenos momentos.
   Existem personalidades com carências afectivas e falta de inteligência emocional que, mesmo amando o seu parceiro, só conseguem oferecer vazios, infelicidade e, com isso, solidão. Tudo isso faz com que possamos sentir que a outra pessoa nos oferece uma falsa companhia quando, na realidade, o que existe é uma falta de maturidade afectiva que também causa uma alta sensação de infelicidade.
   Por outro lado, também é verdade que há perfis capazes de construir um falso compromisso que só procura interesses próprios, sejam eles quais forem, como por exemplo evitar a própria solidão independentemente de com quem e de como seja o relacionamento.
   Existem pessoas capazes de iniciar uma relação somente para se sentirem amadas, cuidadas e atendidas, sem a intenção de oferecer ao parceiro o mesmo que recebem.
   Perceber que vivemos um dia a dia baseado em desigualdades contínuas, em que somente uma parte investe na relação, se preocupa e atende enquanto a outra somente espera “receber” leva o relacionamento a um inevitável fracasso.
   O melhor nestes casos é saber reagir a tempo. Não é recomendável manter estas situações de sofrimento inútil.
   Se tivermos claro que a situação não vai melhorar e que a outra pessoa não dá um passo rumo à mudança em que ambos possam se beneficiar, é necessário responder e nos afastar se for preciso.
   É preferível uma solidão íntegra a uma companhia dolorosa. Não duvides: a solidão sempre será preferível à companhia de alguém que vulnera a nossa pessoa, a nossa auto-estima e o nosso equilíbrio.
   Existem muitas pessoas que têm um medo terrível de estarem sozinhas. Isso se deve, em algumas ocasiões, à visão social negativa que se tem da solidão, como se fosse um sinal de fracasso ou um estigma.
   Não ter um parceiro não é um fracasso. Não é necessário estar comprometido para ser feliz, nem é uma obrigação contar com um companheiro ou companheira para ser bem visto socialmente. É algo que devemos ter em mente.
   Se nós mesmos não somos felizes primeiramente de forma individual, é muito difícil chegar a sê-lo como parte de um casal e além disso, a solidão é um estado pleno e cheio de equilíbrio que pode nos permitir crescer como pessoas, reorganizar nossa vida, amadurecer e alcançar também muitos sonhos e objectivos.
   Não é preciso ter medo da solidão: o que devemos temer é viver uma vida junto a alguém que nos faça mal.
   Pensa que o mais importante nesta vida é estar bem com nós mesmos e alcançar a felicidade de forma que mais nos favoreça, seja em solidão, em um casal, ou como desejarmos.
   Não permitas que ninguém diga como deve ser a tua vida, nem que ninguém recomende qual a melhor forma de ser feliz. Viver é escolher com liberdade, assumir erros e iniciar novos projectos.
   Não coloques a tua felicidade nos bolsos de outra pessoa.Construir uma vida como um casal permite que a relação seja coisa dos dois, e não apenas de um. É fundamental construir um projecto em comum no qual ninguém perca ou saia ferido.
   Se perceberes que a tua vida está baseada somente nas escolhas, decisões e ordens de outra pessoa, reaja. Cedo ou tarde chegará a frustração pessoal e a infelicidade.
   A vida é muito curta para viver os planos de outras pessoas deixando perdidos os nossos próprios sonhos.

Texto retirado de Já Foste.

Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 216 
Dimensões / 235 x 15 x 156 mm 
ISBN / 9789897801600 
Editora / QUINTA ESSÊNCIA


William
   Como é que a conheci a Hailey? 
   Bem, um cavalheiro não se deve gabar... 
   Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. 
   Primeiro, paguei para ter a cereja dela. 
   A seguir, desflorei-a. 
   Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. 
   Pode dizer-se que houve ali faísca...

Hailey
   Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.

Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: 
   O William não podia ter aparecido num momento pior. 
   A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… 

   Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo.    Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. 
   Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?” 

A Autora
   Penelope Bloom foi professora do ensino secundário antes de se dedicar à escrita, um sonho que acalentava desde sempre. Quis mostrar às filhas que era possível concretizar os sonhos, sejam eles quais forem. Agora diverte-se a criar nos seus livros universos em que quisesse habitar. Gosta de homens com uma mente perversa e um coração de ouro bem disfarçado, e as suas heroínas têm garra e irão sempre tentar (em vão!) resistir-lhes. As suas obras não são para os fracos de espírito!

   O mês de Agosto já começou e com ele chegam muitas feiras medievais que, quem é apreciador como eu, não vai querer perder. No verão existem diversas datas destes eventos, que podem seleccionar de acordo com os vossos gostos ou proximidade geográfica.
   Aqui fica então a lista das Feiras Medievais de Agosto, que encontrei nas minhas pesquisas:
  • 18 de Julho a 04 de Agosto - XVIII Óbidos Mercado Medieval
  • 31 de Julho a 11 de Agosto - XXIII Viagem Medieval (Santa Maria da Feira)
  • 01 a 03 de Agosto - XX Festival intercéltico (Sedim, Miranda do Douro)
  • 03 e 04 de Agosto - Feira Moçárabe (Lourosa, Oliveira do Hospital)
  • 09 a 11 de Agosto - II Mercado Medieval de Melgaço (Viana do Castelo)
  • 09 a 11 de Agosto - Feira Medieval (Mosteiro de Vilela, Paredes)
  • 09 a 18 de Agosto - Feira Medieval de Silves (Faro)
  • 14 a 18 de Agosto - Belmonte Medieval de Belmonte (Castelo Branco)
  • 17 de Agosto - Comemoração 500 anos do Foral de Lavos (Figueira da Foz)
  • 22 a 25 de Agosto - Festa da História (Vila Nova de Cerveira)
  • 23 a 25 de Agosto - Festa dos Povos (Chaves, Vila Real)
  • 23 a 25 de Agosto - XV Mercado Oitocentista (Almeida)
  • 28 de Agosto a 01 de Setembro - XXII Dias Medievais de Castro Marim
   Como foi o vosso Julho em termos de feiras medievais? Estão a planear participar de alguma das que vão decorrer em Agosto? 
   Não sei se irei conseguir estar presente em algum destes eventos de Agosto mas, caso o faça, irei partilhar tudo convosco.
   Até breve...
 

   O mês de Agosto chegou hoje, mas quero mostrar-vos já quais foram os livros que chegaram à minha estante no mês anterior. 
   Uma vez que o mês de Junho foi um mês de loucura total, em termos de aquisições, devido à feira do livro, no mês de Julho fiz apenas uma aquisição.
   Este livro já estava na minha wishlist e adquiri-o em segunda mão através da internet.   
  Ainda não li o livro apresentado na imagem pois tenho feito muitas aquisições e a minha velocidade de leitura não consegue acompanhar tudo o que me espera na estante!
  Gostam da minha aquisição de Julho? Já leram este livro ou têm interesse em ler? Contem-me tudo nos comentários!
   Até breve...

Olá a todos!
   Tal como tinha prometido, as mudanças chegaram finalmente ao blog! Temos não só um novo template mas também uma nova imagem. 
   A imagem que agora podem ver no cabeçalho foi uma fotografia tirada por mim, enquanto lia um livro na praia! 
   Ainda faltam alguns retoques para que fique totalmente a meu gosto mas, como não queria deixar o blog inacessível por muito tempo, e estava ansiosa para vos mostrar esta nova versão, decidi trazer já esta nova imagem.
   Espero que gostem tanto do resultado final como eu! Gostaria muito de saber as vossas opiniões, por isso já sabem que a caixa de comentários está à vossa disposição! 
   Até breve... 


Olá a todos,

   Penso que, em quatro anos, nunca fechei o blog ou estive mais que dois ou três dias sem publicar. Desta vez decidi que, ao estar de férias, iria também ausentar-me aqui do blog e ficar um pouco mais afastada deste mundo online. 
   Não foi uma decisão fácil pois adoro este meu cantinho. Contudo, preciso de tempo e inspiração para estruturar todas as mudanças que já vos falei que quero realizar no blog.
   Tem sido difícil para mim continuar a publicar num formato que já não me satisfaz e com um layout que já me cansa. Espero que, ao regressar desta pausa, traga ideias frescas e comece finalmente a colocá-las em prática.
   Os últimos tempos têm trazido ventos de mudança e, apesar de estar mais ocupada a nível pessoal, quero continuar com este meu blog que tanta satisfação me tem dado. As mudanças levam o seu tempo mas espero concretizá-las o mais brevemente possível.
   Serão aproximadamente duas semanas de ausência, dia 29 deste mês já penso voltar a publicar. Espero que entendam e continuem desse lado quando eu regressar.
   Muito obrigada por todo o carinho e compreensão ao longo de todos este anos.

   Até breve...