Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 352 
Dimensões / 250 x 23 x 157 mm 
ISBN / 9789892345130 
Editora / ASA

Ela amou-o como ninguém.
Mas só agora lhe revela os seus segredos... 

   Catherine, o grande amor de Sean, acaba de morrer. Mas a história de ambos não termina aqui. Ganha, sim, um novo rumo pois Catherine deixa a Sean um legado surpreendente: uma caixa embrulhada em papel castanho e atada com um cordel. Essa caixa contém a vida que partilharam. Todo um universo íntimo, intenso, inesquecível. E secreto, pois há partes que Sean não reconhece...
   Catherine está a abrir finalmente o seu coração ao marido e a revelar tudo o que ficou por dizer. E muito ficou por dizer. 
   Mas, por mais desconcertante que possa ser esta “nova” história, Sean mergulha nela de alma e coração. Sem vacilar, sem nunca perder a esperança de confirmar as suas suspeitas de que o Destino existe... e que o amor de ambos não foi apenas o resultado do acaso.
   E quando, por fim, Sean cede e questiona a sua fé no poder superior do Amor, algo – talvez o Destino em que Catherine não acreditava – lhe dá a resposta por que sempre ansiou. 
   Dilacerante e redentor, Tudo o que Não Dissemos apresenta aos leitores portugueses o magnífico contador de histórias que é Nick Alexander.

O Autor
   Nick Alexander nasceu em 1964 no Reino Unido. Viajou muito, e já viveu e trabalhou no Reino Unido, nos Estados Unidos e em França, onde reside actualmente. Tudo o que Não Dissemos é a sua décima quarta obra de ficção. O seu romance de 2015, The Other Son, foi nomeado pela Amazon um dos melhores títulos de ficção do ano; The Photographer’s Wife, publicado em 2014, encabeçou as tabelas de vendas no Reino Unido e em França, enquanto The Half-Life of Hannah é o quarto título independente mais vendido para Kindle desde sempre. Os romances de Nick estão traduzidos para francês, alemão, italiano, espanhol, norueguês, turco, croata e português. Nick vive actualmente nos Alpes franceses.

   Não sei se alguns de vocês se lembram mas, no final do ano passado mencionei que iria efectuar algumas mudanças aqui no blog. Sei que já passaram alguns meses, mas não desisti desses planos de mudança, estou apenas à espera de alguma inspiração para os pôr em prática.
   Vou continuar a escrever sobre livros sem que me dê vontade, pois esta é uma paixão que me tem acompanhado desde sempre e vai continuar a acompanhar. Contudo, pretendo dar um novo rumo aos posts do blog, pretendo alargar as temáticas abordadas, afinal de contas este blog chama-se "My Memories, My World", e as minhas memórias, tal como o resto do meu mundo, englobam muito mais que livros. 
   Vai ser uma transição lenta e gradual pois ainda estou a planear como vou colocar algumas ideias na prática. Estou também à espera de inspiração e coragem para alterar o layout actual que, apesar de eu o adorar, já começa a cansar-me um pouco.
  Dito isto, não estranhem se os conteúdos forem um pouco mais ligeiros, ou superficiais, nas próximas semanas, estou apenas a preparar terreno para tudo o que vos pretendo mostrar em seguida. 
   Pensei também em deixar alguns pequenos questionários de votação para perceber qual a vossa opinião sobre algumas ideias que tenho em mente. Vamos ver a que conclusões chego e, mal tenha respostas mais concretas, irei partilhar tudo convosco. 
   Muito obrigada por todo o vosso carinho e apoio ao longo destes quatro anos e meio. 
   Até breve...
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 192 
Dimensões / 235 x 14 x 157 mm 
ISBN / 9789892345543 
Editora / ASA

   Eddie tinha 83 anos e muito mau feitio. O que não o impediu de sacrificar a sua vida para salvar uma menina. 
   Annie nunca mais foi a mesma desde esse dia. O acidente quase a matou, e embora os ferimentos tenham sarado, as cicatrizes permaneceram para sempre. Só quando reencontra Paulo, um amor de infância, é que a felicidade parece estar finalmente ao seu alcance.
Mas o Destino tem outros planos para ela... planos que incluem novamente Eddie. O velhote rezingão vai ajudá-la a compreender o significado da sua vida na Terra e a aceitar os seus erros, pois é através deles que se aprendem as maiores lições. E vai mostrar-lhe também que, por mais insignificante que ela se julgasse, a sua existência era, afinal, de uma importância tremenda.
   Belo e tocante, Reencontro No Céu vem complementar As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu na perfeição. Trata--se de uma profunda reflexão sobre a vida, plena de esperança e sabedoria.
   A tão aguardada sequela de AS CINCO PESSOAS QUE ENCONTRAMOS NO CÉU...

O Autor
   Mitch Albom é escritor de ficção e não-ficção, argumentista, dramaturgo e jornalista premiado. Seis dos seus livros figuraram na lista de bestsellers do New York Times em anos consecutivos. A sua obra está publicada um pouco por todo o mundo e já vendeu mais de trinta e cinco milhões de exemplares. Mitch Albom vive em Detroit e dedica-se a várias obras de caridade.







   A origem de muitas das nossas decepções é pensarmos que os outros fariam por nós aquilo que nós faríamos por eles. Esperamos sempre a mesma sinceridade, o mesmo respeito e a mesma reciprocidade, no entanto, isso nem sempre acontece. Os valores que definem os nossos corações não são os mesmos que vivem na mente dos outros.

   Uma maneira simples de encontrar a felicidade pode residir no ato de minimizar as nossas expectativas. Quanto menos tu esperares, mais poderás receber ou encontrar. É certamente um argumento um tanto controverso, no entanto, não deixa de ter a sua lógica.

   “Não esperes nada de ninguém, espera tudo de ti mesmo, desse modo o teu coração irá armazenar menos decepções.”

   Todos nós sabemos que no que diz respeito às nossas relações, é impossível não ter expectativas. Esperamos que os outros tenham certos comportamentos e desejamos ser amados, defendidos e valorizados. Agora, isso não impede que, por vezes, estas previsões não falhem. Quem espera muito dos outros geralmente acaba ferido em algum detalhe, alguma nuance.

   Ninguém erra ao procurar ver sempre o lado bom das pessoas. Temos o direito de vê-lo, encontrá-lo e até mesmo promovê-lo, mas com alguma cautela. Porque a decepção é a irmã das expectativas elevadas, por isso é mais apropriado não se deslumbrar antes do tempo.

   As aparências não nos costumam enganar, o que muitas vezes costuma falhar são as nossas próprias expectativas sobre os outros…

   Podemos esperar muito dos demais, no entanto, o certo é sempre esperar mais de nós mesmos.

Para te ajudar a deixar de esperar muito das pessoas ao teu redor, lembra-te do seguinte:
  • Ninguém é perfeito, nem mesmo nós mesmos. Se fôssemos agradar às expectativas que os outros têm sobre nós, viveríamos stressados e infelizes. Por vezes é impossível, ninguém é um exemplo de perfeição ou virtude absoluta. Basta respeitar uns aos outros e exercer a reciprocidade da forma mais humilde possível.
  • Aceita que nem sempre temos que obter algo em troca. Às vezes o melhor é aceitar que os outros são como eles são, e que eles nem sempre vão fazer por nós aquilo que nós estaríamos dispostos a fazer por eles.
  • E, claro, existem sempre aquelas pessoas que simplesmente não valem a pena. Que não nos respeitam nem nos merecem ter na sua vida. Nesses casos, é necessário nos desapegarmos, por mais difícil que possa ser.

   Para concluir: quanto menos esperamos, mais surpresas podemos ter. Dessa forma seremos um pouco mais livres e a nossa felicidade será menos dependente do comportamento dos outros.

   Somos todos falíveis, somos todos seres maravilhosamente imperfeitos que tentam viver num mundo onde, por vezes, decepções caóticas são inevitáveis, mas no qual também habitam o amor sincero e amizades duradouras.


Texto de Valeria Sabater, retirado de Já Foste.