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Tradução: Helena Pitta 
Páginas: 408 
PVP: 18,80 €

Leonardo Padura em Lisboa para apresentar novo romance 

   A 23 de maio é lançado o novo romance daquele que é um dos maiores escritores cubanos da actualidade, Leonardo Padura. Em A Transparência do Tempo encontramos uma Havana obscura, deteriorada, e uma trama policial que o autor acredita ser a mais negra que escreveu. Após o desaparecimento de uma valiosa estatueta de uma Virgem negra, o ex-detective Mario Conde é novamente chamado à acção, agora numa fase em que revisita a sua vida e também o mundo que o rodeia, de pessoas não invisíveis mas invisibilizadas. 
   Leonardo Padura vai estar em Lisboa para promover este novo romance, cujo lançamento será a 23 de maio, quinta-feira, às 18:30, na Fundação José Saramago.No dia seguinte, 24, o autor participa no ciclo Conversas com História com Raquel Varela, no Centro Cultural de Belém, às 18:00. 

SOBRE O LIVRO 
   Quando Bobby Rosell, um ex-colega de Mario Conde dos tempos do pré-universitário, solicita os seus serviços para reaver a estatueta de uma Virgem negra que lhe foi roubada, o antigo detective recupera um pouco do ânimo que a iminência do seu sexagésimo aniversário lhe andava a tirar. Porém, Conde depressa constata que não só a estatueta é bem mais valiosa do que lhe tinha sido dado a entender como pertencia ao avô espanhol de Bobby, que a trouxera para Cuba ao fugir da guerra civil espanhola. E quando suspeitos e cúmplices do roubo começam a aparecer assassinados, percebe que anda no encalço de uma perigosa rede de tráfico de obras de arte. 
Uma viagem fascinante pelo tempo e pela História, num grande romance repleto de humor negro e melancolia.

SOBRE O AUTOR 
   Leonardo Padura nasceu em Havana, em 1955. Licenciado em Filologia, trabalhou como guionista, jornalista e crítico, tornando-se sobretudo conhecido pela série de romances policiais protagonizados pelo detective Mario Conde, traduzidos para inúmeras línguas e vencedores de prestigiosos prémios literários, como o Prémio Café Gijón 1995, o Prémio Hammett em 1997, 1998 e 2005, o Prémio do Livro Insular 2000, em França, ou o Brigada 21 para o melhor romance do ano, além de vários prémios da crítica em Cuba e do Prémio Nacional de Romance em 1993. Em 2012 recebeu, também em Cuba, o Prémio Nacional de Literatura pelo conjunto da sua obra. 
   Na Porto Editora estão já publicados os livros O Homem que Gostava de Cães e Os Hereges.

Não Ficção
Capa: mole com badanas
PVP: 9,90 €

Guia dos Clérigos está disponível em quatro idiomas e é apresentado no dia 30 de Setembro

   Erguendo-se a mais de 75 metros da altura, a Torre dos Clérigos domina o horizonte do centro do Porto há mais de 250 anos. No entanto, esta torre é apenas a face mais visível de um admirável conjunto arquitectónico e do trabalho de uma ordem clerical que ainda hoje se faz sentir na cidade. Clérigos: guia para conhecer o ex-líbris do Porto é o mais recente livro de Germano Silva, jornalista e cronista incontornável da história e das histórias do Porto, e promete dar a conhecer todos os segredos deste monumento portuense.
   Mais do que um tratado sobre a Irmandade dos Clérigos ou um ensaio sobre o Barroco, este é um guia de fácil consulta, acessível a todos, e que leva leitores e visitantes pelos quase três séculos de história deste símbolo, desvendando também significados de altares ou pormenores artísticos e divulgando factos pouco conhecidos, tal como o meridiano da Torre ou a façanha dos Puertollanos e do seu Chá nas Nuvens, em 1917.
   Clérigos: Guia para conhecer o ex-líbris do Porto, tem também edição em castelhano, francês e inglês, e é apresentado este sábado, dia 30 de Setembro, na Igreja dos Clérigos, a partir das 18:00.

SINOPSE
   Há mais de 250 anos que a Torre dos Clérigos se eleva no horizonte do Porto.
   Além de dar a conhecer a arquitectura do ex-líbris da cidade, este guia conta a história de todo o conjunto dos Clérigos, que a torre veio rematar.
   É também um registo de memórias da Irmandade que deu nome a este sítio e que ainda hoje dele cuida, mantendo vivo o símbolo máximo da cidade.

O AUTOR
   Nasceu em Penafiel, em 1931. Veio com a família para o Porto quando tinha somente um ano de idade. Fez nesta cidade a Instrução Primária, após o que começou de imediato a trabalhar para ajudar o pai, um modesto guarda-freios da antiga Companhia Carris de Ferro do Porto, a equilibrar o magro orçamento familiar. Foi marçano num retroseiro da Rua de Santa Catarina. Trabalhou, depois, na desaparecida Fábrica de Fósforos e logo a seguir na Fábrica de Lanifícios de Lordelo. Na década de cinquenta frequentou, em horário nocturno, o Curso Geral de Comércio na antiga Escola Comercial de Oliveira Martins. A conclusão do curso possibilitou-lhe a entrada, como escriturário, na Secretaria do Hospital de Santo António.
   Ingressou no jornalismo em 1956 como colaborador desportivo no Jornal de Notícias. Três anos depois foi admitido nos seus quadros redactoriais. Aí fez toda a sua carreira, percorrendo todos os escalões da profissão: estagiário, repórter informador, repórter, redactor e chefe da Redacção. Aposentou-se em 1996, mas continua ligado ao JN, onde mantém a coluna dominical À Descoberta do Porto.
   Foi dirigente sindical em várias legislaturas e membro do desaparecido Conselho de Imprensa. Pertenceu aos corpos gerentes do Teatro Experimental do Porto, da Cooperativa Árvore e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de que é presidente da Assembleia Geral. É sócio fundador do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende e membro do seu Conselho Fiscal. Foi correspondente do semanário Expresso no Porto e, nesta cidade, exerceu também por largos anos o cargo de delegado do desaparecido semanário O Jornal e da Visão, onde ainda colabora com uma crónica semanal dedicada ao Porto.
   Foi distinguido pelas Câmaras Municipais do Porto e de Penafiel com as medalhas de mérito de ouro. É Doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto.

Ficção Estrangeira: 01/02/2017
Tradução: Alcinda Marinho
Págs.: 320
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

   Ignacio del Valle regressa com Céus negros. O romance policial sobre os crimes esquecidos da Espanha de Franco é apresentado no Correntes d’Escritas.

   No próximo dia 9 de Fevereiro, a Porto Editora faz chegar às livrarias o mais recente romance de Ignacio del Valle, Céus negros. No final de Fevereiro – de dia 21 a 23 – o autor vai estar em Portugal para apresentar esta obra (vencedora do prémio Buenos Aires Negro 2016) e para participar na 18.ª edição do Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim.
   Durante o quente verão de 1950, uma criança é encontrada morta em Pueblo Adentro, pequena aldeia na Extremadura. Arturo Andrade, encarregue de resolver este caso, depressa se dá conta de que este representa apenas um percalço no funcionamento de um sórdido esquema sancionado pelas instituições do regime espanhol.
   Depois de Os demónios de Berlim (com que venceu o Prémio da Crítica das Astúrias), o terceiro título da série protagonizada por este emblemático personagem, Ignacio del Valle assina um magnífico romance que, sob a guisa de investigação policial a um macabro crime, faz o retrato de uma Espanha dividida, das feridas abertas pelo franquismo e dos crimes esquecidos pela História.

SINOPSE
   Espanha, 1950. Num país que ainda procura recuperar dos traumas da guerra, Arturo Andrade é chamado a investigar o misterioso assassinato de uma criança em Pueblo Adentro, uma aldeia a poucos quilómetros de Badajoz, a sua cidade natal, e centro da resistência anarquista da Extremadura.
   Arturo cedo se dá conta de que este crime é apenas a ponta do icebergue de uma bem montada rede de tráfico infantil que fez desaparecer mais de 30 mil crianças. Um elemento fundamental deste sórdido esquema é o Auxílio Social, instituição encarregada de «reeducar» os filhos dos prisioneiros republicanos, derrotados na Guerra Civil. Por detrás, uma teia de interesses que envolve as mais altas esferas do regime. Com este notável romance, Ignacio del Valle põe a nu a grande mentira de uma certa Espanha franquista, que sob a enganosa aparência de fomentar o progresso do país leva a cabo uma série de crimes atrozes, muitos dos quais passaram incólumes pelo crivo da História.

Primeiras páginas disponíveis aqui.

O AUTOR
   É autor da série de suspense histórica protagonizada pelo emblemático Arturo Andrade, que integra A arte de matar dragões, O tempo dos imperadores estranhos (adaptado ao cinema sob o título Silencio en la nieve), Os demónios de Berlim e Céus negros, todos eles alvo de variadas distinções literárias.
   Escreve colunas de opinião nos diários El Comercio de Gijón e Panamá América, colaborando com o suplemento El Viajero do jornal El País, entre outras publicações. Dirige a secção cultural «Afinando los sentidos», da Onda Cero Radio.

   Porto Revisitado reúne as melhores crónicas do autor escolhidas por seis figuras da cidade invicta.

   Este sábado, dia 21 de Janeiro, às 17:00, a Fnac do Norteshopping recebe Germano Silva para a apresentação do seu mais recente livro Porto Revisitado, numa sessão em que a apresentação está a cargo de Amândio Barros.
   Este livro é uma obra especial que, para além da biografia de Germano Silva, da autoria do jornalista Pedro Olavo Simões, reúne as melhores crónicas do autor escolhidas por seis figuras da cidade: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Pedro Abrunhosa, Manuel Sobrinho Simões e Sónia Araújo. A essa selecção juntam-se, ainda, três textos inéditos escritos por Germano Silva.
   “Sem os seus livros, o Porto não seria tão grande e imenso. A ele devemos os centímetros que a sua obra, pura e simples, nos faz crescer.”, são algumas das palavras que Judite de Sousa dedica ao autor. Já Pedro Olavo Simões afirma que “O Germano é o Porto e o Porto não o é sem o Germano.”.
   Porto Revisitado é um livro que constitui uma homenagem da cidade, das suas gentes e, claro, da Porto Editora, a Germano Silva.

O Autor
   Nascido em Penafiel há 85 anos (13/10/1931), António Germano Silva iniciou a sua carreira jornalística no Jornal de Notícias, onde se manteve até à reforma, despenhando diferentes funções desde estagiário a chefe de redacção. Paralelamente foi ainda delegado no Porto de algumas das mais importantes publicações nacionais: Expresso, Visão, Jornal Novo, Flama e O Século Ilustrado.
   Germano Silva ainda hoje mantém no Jornal de Notícias a coluna semanal “À Descoberta do Porto”, onde partilha com o seu público episódios da história portuense.

   Escritor algarvio, André Sousa, fará apresentação do seu livro "O Homem que me fizeste ser" em Lisboa.

   Depois do lançamento oficial no dia 11 de agosto de 2016 no sul do país, e de se tornar um sucesso em termos de vendas, o livro "O Homem que me fizeste ser" irá ser apresentado na capital. A nova apresentação ocorrerá na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na Avenida da Liberdade, 188, Piso -1, Loja F, em Lisboa, no dia 30 de outubro às 17h30.
   A par deste lançamento, irá acontecer ao mesmo tempo a apresentação da 2ª edição do seu primeiro livro intitulado "Juro Amar-te".

   Natural de Armação de Pêra (Algarve) mas a residir em Lisboa, relembra-se que André Sousa lançou em 2010 o blogue "Pedacinhos de Mim" (http://pedacinhosdemimparati.blogspot.pt/), onde ainda publica diariamente as suas prosas e poesias. Além disso, é um fenómeno nas redes sociais (http://www.facebook.com/andresousapaginaoficial) - com cerca de 70 mil seguidores, é um dos jovens escritores com mais fãs em Portugal. 
   Já a contar no seu currículo, venceu a categoria Texto no "Geração Arte", iniciativa do Correio da Manhã, e participou em quatro antologias poéticas.
   André prepara-se para levar a cabo uma carreira repleta de sucessos. Com milhares de partilhas diárias, e de novos textos, o mesmo dá-se a conhecer ao mercado português, assim como ao internacional.

Para mais informações, contactar: 
Para encomendar o livro autografado, contactar:

   "São três da manhã e o sono parece não querer chegar. As memórias são tantas: os dias vividos, as fotografias espalhadas por esta mesa e a certeza… de que te amo acima de tudo nesta vida. Poderia passar o resto dos meus dias a escrever-te, a contar-te tudo o que despertas em mim, tudo o que fizeste para mudar a minha história. No fim de contas, fizeste de mim um homem melhor, um lutador que te abraça nas noites frias, que te beija nos instantes de loucura, que te protege em todos os dias desta nossa paixão."

   A Chiado Editora vem por este meio convidá-lo a estar presente na Sessão de Apresentação da obra "Um Repórter Inconveniente", que terá lugar no Centro Comercial La Vie, Porto - Baixa, Rua Fernandes Tomás, nº 506-508, Porto, dia 13 de Junho, pelas 18h30.

   Aurélio Cunha, nascido no Porto, em 1941, iniciou a sua carreira de jornalista no vespertino portuense Diário do Norte (1968). Ingressou (1973) no Jornal de Notícias, como repórter, e desvinculou-se (2003) como redactor-principal. Pertenceu, ainda, aos quadros da Gazeta dos Desportos, de Fevereiro a Setembro de 1981. Colaborou regularmente no Expresso, de Outubro de 1989 a Maio de 1991, e de Março de 2004 a Janeiro de 2009.
   Foi delegado sindical do JN (de 30 de Abril de 1980 a Março de 1981). Por várias vezes foi-lhe atribuído o “Prémio Pacheco de Miranda”, destinado a distinguir, anualmente, elementos do quadro redactorial do Jornal de Notícias.

“UM REPÓRTER INCONVENIENTE-Bastidores do jornalismo de investigação” é a história real de um jornalista que, para o ser, tal como a sua consciência profissional o exigia, teve de recorrer à clandestinidade dentro do seu próprio jornal, o “Jornal de Notícias”, na altura o de maior tiragem do país. E fê-lo, recusando a condição de escriturário da redacção, para enveredar, à revelia das chefias, pela investigação jornalística, género então pouco ou nada praticado nos jornais portugueses.
   Para realizar algumas das reportagens, que levaram a Assembleia da República a promulgar novas leis e a alterar outras, o jornalista sentiu-se na necessidade de recorrer a baixas médicas psiquiátricas para poder trabalhar e, assim, concluir as investigações para as quais o jornal n& atilde;o lhe dava condições.
   Teve também de pagar do seu bolso despesas que fez ao serviço do jornal.

   “UM REPÓRTER INCONVENIENTE” revela os bastidores ocultos de trabalhos jornalísticos de grande impacto público.


   A Livros de Ontem tem o prazer de convidar os seus leitores para a apresentação do livro "O universo feminino em António Aurélio Gonçalves", de Maria João Gama, que terá lugar na Biblioteca Municipal Dom Dinis, em Odivelas, no dia 12 de Março, pelas 17h30.

   O universo feminino em António Aurélio Gonçalves é a obra de estreia da jornalista e apresentadora de televisão Maria João Gama.Através de um ensaio, a autora aborda a obra do escritor cabo-verdiano António Aurélio Gonçalves, explorando-a pela perspectiva das personagens femininas das novelas do escritor. Uma análise minuciosa e objectiva que dá especial destaque aos aspectos sociais da vida das personagens e aborda questões como a insularidade, a solidão, a prostituição e a infidelidade masculina.

“Vem sendo cada vez mais frequente o interesse dos Mestres graduados em publicarem as suas Dissertações, assim valorizando a divulgação de estudos dedicados a um tema (a uma Literatura) e, ao mesmo tempo, pondo à disposição do público mais restrito dos estudantes trabalhos que poderão ser do maior proveito. São trabalhos que se fazem acompanhar do timbre contrastado pelo seu objectivo primeiro que consiste na obtenção de um grau escolar universitário aferido pela qualidade.”

Prof. Dr. Alberto Carvalho, in Prefácio